Você prefere assistir a filmes dublados ou legendados? … Sabemos que a dublagem “facilita”, né? Mas hoje a gente vai convencer você de que vale totalmente a pena escolher a opção legendada quando você entrar lá no seu streaming da próxima vez!

1: Inglês de verdade!

Quando a gente estuda inglês, uma das partes mais importantes é acostumar o nosso ouvido ao idioma. E os filmes e séries são uma ótima maneira de fazer isso!

Com a dublagem, você perde tudo o que é natural da língua original do filme. Todos os sotaques diferentes, o ritmo e a entonação das falas… tudo isso se perde na dublagem. E são elementos muito importantes pra melhorar a sua compreensão oral (seu listening) justamente por serem componentes importantes do que chamamos as vezes de “o inglês de verdade”.

2: As sutilezas da comunicação não verbal.

Sabe quando uma personagem não sabe responder uma pergunta no filme e…. faz um barulho? Que não é nem fala e nem silêncio? Ou quando o personagem quer expressar medo e fala sussurrando? Ou ainda aquele “ouch” ou “yikes” que a gente pega numa reação das cenas?

Então, todas essas coisas fazem parte do aspecto cultural da comunicação e não só ajudam a transmitir as mensagens como enriquecem a nossa forma de se expressar. Quando você não precisa das palavras pra entender um sentimento, por exemplo.

A dublagem vai adaptar tudo isso pra sua língua nativa, então não é só o vocabulário que você está perdendo, mas também toda uma forma de comunicação que acontece ali nas entrelinhas.

3: Tantas coisas pra aprender!

Sim, com atenção o suficiente, um filme assistido em inglês pode trazer uma infinidade de conteúdo novo pra você aprender. Pensa bem:

Imagine aprender tudo isso fora da sala de aula, sem um caderno na mão, e ainda comendo uma pipoca!

4: Piadas e referências culturais intactas!

Veja bem o diálogo que acontece nessa cena de Modern Family:

Hailey, a adolescente vaidosa, está conversando com uma madame rica. A jovem diz “you can’t stick your neck out” (expressão que significa “você não pode se arriscar”), e a madame responde “You can and you should, that’s how you avoid wrinkles there” (levando a expressão ao pé da letra, dizendo que evita rugas no pescoço). Entendeu? Esse diálogo só faz sentido no inglês original, já que a piada é que a expressão foi levada ao pé da letra, e essa expressão não existe em português.

Vai dizer que você nunca ficou confuso com uma piada traduzida que simplesmente não teve graça?! Esse é só um exemplo pra ilustrar o quanto das piadas, expressões, referências e trocadilhos que se perdem quando a tradução da dublagem entra no lugar.

Então, se você está estudando inglês e ainda assiste tudo dublado, tá mais do que na hora de mudar isso! Filmes e séries são aliados ótimos no seu aprendizado, pra treinar o listening, aprender vocabulário e se acostumar com o idioma de um jeito leve.

Quer ver mais dicas pra trazer o inglês mais pra perto de você? Segue a gente no insta @planoacursos. Aliás já aproveita que está aqui e confere os nossos conteúdos do blog, recheado de dicas legais pra impulsionar o seu inglês!

Você já parou pra pensar como todo mundo tem sotaque? Isso em qualquer língua! Você é do Brasil, mas seu sotaque pode ser paulista, carioca, baiano, gaúcho… e por aí vai. Não existe uma única pessoa no mundo sem sotaque, e isso não é nada mais e nada menos do que uma forma linda de você representar o lugar de onde você vem!

Mas aí vem a pergunta: se todo mundo tem sotaque, e isso não é um problema, o que é que tanto a gente corrige nas aulas de inglês? Eu preciso “perder” o sotaque? E onde entra a pronúncia nesse papo?. Bom, vamos lá, a gente explica.

1: Sotaque é identidade, pronúncia é precisão

O sotaque não é nada mais e nada menos do que o som da sua língua materna dando as caras nas outras línguas que você aprende. Já a pronúncia afeta a articulação das sílabas, e pode prejudicar o entendimento. Fica aqui o exemplo do grande Chef Jacquin, quem já assistiu o Master Chef vai saber: todos sabem que ele é francês e isso é muito evidente no sotaque dele falando que “falta tomperro”, mas tem um episódio em que (mais de uma vez) ele pergunta pro participante “você experimentou?”, mas o participante entende “tem pimentão?”. Opa, é aqui que a gente traça a linha entre sotaque e pronúncia.

Então tenha sempre em mente, o sotaque é só o “seu jeitinho de falar”, a pronúncia é sobre ser entendido!

2: Sotaques nativos existem e podem ser muito difíceis!

Você já parou pra pensar em como essa diferença enorme de sotaques que temos em português é ainda maior com o inglês? Bom, você já tentou entender um português de Portugal falando rápido? Imagine o que os ingleses passam tentando entender um americano interiorano falando rápido, ou os neozelandeses tentando entender um escocês. É bem por aí!

Ou seja, ter sotaque é tão normal que mesmo entre nativos isso pode ser um desafio. O importante é a gente se esforçar pra ter uma boa pronúncia, assim o sotaque fica sendo nada mais que o nosso charme.

3: Parecer nativo não é o objetivo!

Pense bem e tente responder: como é a fala de um nativo do inglês? Agora, com essa reposta em mente, compare uma pessoa dos EUA, com um australiano. Os dois são nativos mas eles não falam nem parecido!

Então, a verdade é que você não precisa falar como um nativo para falar bem inglês!

O inglês é a língua mais falada do mundo e, em boa parte das vezes, ele vai ser falado entre duas pessoas não nativas. Pense bem, se você, um brasileiro, for pra China, qual é a língua mais provável de você conseguir se comunicar? Então o importante não é soar como um nativo, e sim entender e ser entendido!

4: Boa pronúncia é uma questão de prática!

A melhor analogia que podemos fazer aqui é com o esporte. Imagine só, se você pega um manual de vôlei, o mais completo de todos, você estuda e estuda e responde as questões e faz as provas e… você vira um bom jogador de vôlei? Não, porque esportes são práticas físicas, precisam de músculos e coordenação. E, adivinha só… falar também!

Pronunciar os sons da maneira correta envolve toda uma coordenação de músculos que a gente treinou a vida inteira na nossa língua materna. Mas agora tem que praticar uma outra, aprender um novo esporte 😉

E aí, pronto pra colocar esse inglês pra malhar e afiar a pronúncia? Vem com a gente! Temos um monte de dicas boas pra te ajudar aqui no nosso blog, além dos updates no nosso Instagram e, claro, se quiser exercitar o inglês no mano a mano com professores e alunos tão interessados quanto você, vem pro nosso Conversation Club!

Você já parou pra pensar como às vezes algumas poucas palavras mudaram o curso da história? Algumas frases ditas em momentos cruciais inspiraram grandes movimentos históricos e moldaram a cultura para sempre, e várias delas foram ditas originalmente em inglês! De discursos históricos a frases do cinema, vamos explorar essas falas e entender por que elas foram tão impactantes.

Poucas frases carregam um peso histórico tão grande quanto essa. Em 1963, Martin Luther King Jr. subiu ao palco em Washington e deu um dos discursos mais impactantes da história. A frase “I have a dream” (Eu tenho um sonho) não era só um desejo pessoal, era sobre a esperança de um futuro sem racismo nos Estados Unidos. O impacto foi grande o suficiente para impulsionar o movimento pelos direitos humanos e influenciou mudanças fundamentais na legislação americana. Até hoje essa frase é usada como um símbolo de resistência.

Nem todas as frases icônicas vêm do mundo real. “May the Force be with you” (Que a força esteja com você.” surgiu no filme Star Wars de 1977, e foi repetida em todos os filmes da franquia, até The Rise of Skywalker de 2019. Mais do que um cumprimento entre os Jedis, a frase carrega um significado mais profundo de perseverança e encorajamento, que foi carregado por gerações de fãs ao longo de quase meio século. Transcendendo o universo dos filmes, hoje a frase é reconhecida através de toda a cultura pop.

Agora vindo da literatura, aqui está uma frase de Shakespeare que qualquer um reconheceria! na peça “Hamlet”, o príncipe da Dinamarca faz essa reflexão sobre a existência: “to be or not to be” (ser ou não ser). A frase transcende a peça e se torna um dos maiores símbolos das grandes questões filosóficas que enfrentamos. Até hoje, essa frase pode ser vista em todo tipo de contexto, de debates a memes, mostrando sua influência imortal na forma como pensamos.

Em 1969 o mundo inteiro parou para assistir o evento que daria um fim à corrida espacial: o primeiro homem a pisar na lua! Neil Armstrong disse essa frase (Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade) ao dar o passo histórico quando colocou os pés em solo lunar. A frase se tornou um grande marco, não só para a exploração espacial, mas para toda a ciência. Além de celebrar o avanço científico, a frase expressa o sentimento de que o feito seria importante não só para aquele astronauta, mas para toda a humanidade.

E aí, qual dessas você mais gostou?

As palavras têm um poder incrível quando ditas do jeito certo na hora certa, podendo inspirar mudanças fundamentais na forma como entendemos nossa história e nossa cultura. E que jeito melhor de apreciar essas falas que na sua língua original? Também é por isso a Plano A está aqui: pra te ajudar a se conectar ainda mais com essa riqueza cultural que o inglês traz pra gente! Entre em contato com a gente para saber mais sobre nossos cursos

Você já tentou ler comentários em inglês naqueles vídeos virais do TikTok? Ou no seu clipe favorito da Taylor Swift? Ou já se aventurou pelo Tumblr ou Reddit e esbarrou em fóruns da gringa? Se sim, é muito provável que você tenha visto um inglês que… bem, digamos que não está nos livros. O que é WYM?? E o que eles queriam dizer com “flex”??

O inglês dos nativos toma esse jeitinho próprio quando se trata de se comunicar na internet. Como acontece também na nossa língua, na internet a gente tende a ser muito mais informal, usa gírias e abreviações, e também toma menos cuidado com a gramática! Os nativos do inglês não são diferentes, gírias novas aparecem o tempo todo e jeitos novos de se escrever uma expressão também vêm e vão. Mas calma! Trouxemos esse post pra te ajudar com isso!

Como ler as abreviações e gírias

Em geral, a comunicação na internet segue duas regras simples: ser rápido e ser expressivo! É por isso que os nativos usam muitas abreviações e expressões informais para se comunicar, e você pode fazer o mesmo para soar mais natural.

Apostamos que as mais comuns, como “OMG” (oh my god) e “LOL” (laughing out loud) vocês já conheciam, então vamos pular essas e ir direto pras que aparecem muito e ainda podem te confundir:

Abreviações:

Expressões:

Cuidado com os erros dos nativos!

Assim como a gente aqui no Brasil, volta e meia vemos pessoas cometendo erros de português na internet, os nativos de inglês também fazem isso na própria língua, e a comunicação rápida da internet propicia isso. Então, fiquem espertos.

A dica pra encontrar esses erros é que eles geralmente vêm da forma como uma palavra ou expressão é falada pois as pessoas tendem a escrever como elas pronunciam. Aqui vão alguns dos erros mais comuns:

Então, o conselho aqui vai para o cuidado como a forma que você está aprendendo. Usar as redes sociais pra pegar o inglês real, do dia a dia, é ótimo! Mas fique atento pra não acabar pegando também os erros.

Dicas pra aproveitar melhor o inglês da internet:

  1. Consuma bastante conteúdo autêntico! Siga páginas e influenciadores nativos e tente interagir nos comentários.
  2. Use um dicionário de gírias sempre que não sentir segurança, o Urban Dictionary por exemplo, é uma boa opção.
  3. Pratique com os nativos. Entrando em discussões nos fóruns é um jeito legal de engajar com o conteúdo e malhar o inglês
  4. Não tente traduzir tudo, muito menos traduzir ao pé da letra. Algumas expressões não vão fazer sentido com a tradução, e o melhor é você se acostumar com o sentido das palavras.
  5. Se atente aos erros mais comuns! Como comentamos, a internet está cheia desses errinhos repetidos, cuidado pra não aprender algo errado. Na dúvida, pesquise.

Agora você já tem um bom ponto de partida para entender e se comunicar melhor no inglês online. E se quiser aprender mais sobre o inglês do dia a dia, vem conversar com a gente!

Imagine estar em uma festa com amigos e alguém diz: “Saudações, caros festeiros! Espero que a noite lhes esteja sendo agradável.” Você provavelmente levantaria uma sobrancelha e se perguntaria se a pessoa anda assistindo muitas novelas de época. Esse é um exemplo clássico do que acontece quando alguém confunde os registros de linguagem. Simplificando, um registro de linguagem é o nível de formalidade que você usa ao falar ou escrever. É a diferença entre mandar uma mensagem para seu melhor amigo e enviar um e-mail para seu chefe.

Então, por que esses registros importam? Usar o registro correto pode fazer você parecer apropriado para o ambiente — seja relaxando com amigos ou se apresentando em uma reunião. Usá-los de forma errada pode levar a momentos constrangedores, como se dirigir ao seu chefe com gírias de rua ou cumprimentar um entrevistador com um “E aí, beleza?”. Saber quando manter a calma e quando manter a classe é fundamental para lidar com diferentes situações sociais.

De ‘E aí?’ a ‘Como Vai?’: Exemplos de Inglês Informal vs. Formal

A verdade é que o Inglês é muito maleável e você pode transformar completamente a forma de dizer uma mesma coisa só trocando esse registro. Veja as saudações, por exemplo. Quando você encontra um amigo, pode dizer “What’s up?” ou apenas “Hey!”— curto e simples. Mas, ao conhecer alguém importante, como o chefe do seu chefe, você usa um “Good afternoon, how do you do?”. É como se o inglês tivesse um código de vestimenta, e você precisa saber quando usar jeans e quando vestir um terno.

O mesmo vale para outras frases do dia a dia. Quando conversa com um amigo, pode dizer: “I’m gonna grab a bite.” Mas em um ambiente formal, isso se transforma em: “I’m planning to have lunch.” Vê a diferença? A versão informal é cheia de contrações e gírias, enquanto a formal é clara e polida. Não se trata apenas de soar elegante — é sobre ajustar suas palavras à ocasião, assim como você não usaria chinelos em um casamento.

Escolhendo o Registro Certo: Quando e Onde Usar Gírias ou Linguagem Formal

Imagine isso: você está em um churrasco e conversa com amigos sobre o último programa imperdível. Você usa gírias como “top” e “incrível”, e todos estão na mesma sintonia. Agora, em uma entrevista de emprego, soltar esses termos pode fazer você parecer deslocado. Essa é a mágica de escolher o registro certo!

Gírias e linguagem informal são ótimas para conversas com amigos, posts em redes sociais, grupos de conversa nos aplicativos, até em salas de jogos, por exemplo, mas não são adequadas em situações formais, como e-mails profissionais ou apresentações. Para ganhar confiança, preste atenção em como os falantes nativos usam a linguagem. Assistir a diferentes programas de TV e ler materiais diversos pode ajudar. Com prática e exposição, alternar entre gírias e inglês formal se tornará natural.

Dicas Práticas para Dominar Diferentes Registros em Inglês

Dominar a arte de alternar entre diferentes registros de inglês pode parecer um superpoder! Aqui estão algumas dicas práticas: primeiro, mergulhe em mídias em inglês. Assista a filmes e programas de TV em contextos informais e formais. Observe como os personagens ajustam sua linguagem. Isso ajuda a saber quando usar gírias ou optar por um tom polido.

Pratique escrever em ambos os registros. Tente redigir um e-mail para um amigo usando gírias e depois reescreva-o em estilo formal. Esse exercício ajuda a ver as diferenças e se acostumar com cada tipo de linguagem. Outra dica é simular cenários: chame um amigo ou um tutor para te ajudar e alternem-se na prática de diferentes cenários — informais e formais.

E por fim, peça feedback. Se não tiver certeza se sua linguagem se encaixa no contexto, busque conselhos de falantes nativos ou professores. Eles podem fornecer insights valiosos e ajudar a aprimorar suas habilidades. Com essas dicas, você vai dominar a arte dos registros de linguagem e vai se comunicar com confiança em qualquer situação.

Exemplos

Para ajudar você a navegar pelo inglês com facilidade, elaboramos uma lista de expressões informais comuns e seus correspondentes formais. Entender essas variações pode fazer uma grande diferença. Confira os exemplos e veja como mudanças simples na sua linguagem podem aprimorar suas habilidades de comunicação e ajudar a se adaptar a qualquer situação.

Informal Formal
“What’s up?” “How have you been? / How do you do?”
“Gonna” (e.g., “I’m gonna leave now.”) “Going to” (e.g., “I am going to leave now.”)
“Can’t wait” “I am looking forward to”
“Thanks” “I appreciate it.” / “Thank you very much”
“Sorry” “I apologize”
“Hang on a sec” “Please wait a moment”
“I’ll get it” “I will handle that”
“Hit me up” “Please contact me”
“No big deal” “It’s not an issue”
“Give me a hand” “Could you help me please?”
“I’ll fill you in” “I will give you the details”
“It’s up to you” “The decision is yours”
“That’s a bummer” “That is unfortunate”
“Let’s wrap it up” “Let us conclude the meeting”

Conclusão

Dominar a alternância entre gírias e inglês formal é uma habilidade valiosa para se comunicar de forma eficaz em diferentes contextos. Compreendendo os registros de linguagem e praticando ambos os estilos, você estará preparado para qualquer conversa com confiança. Lembre-se, não se trata apenas de soar impressionante—é sobre conectar-se de forma apropriada e impactante. Continue praticando, mantenha-se versátil e veja suas habilidades de comunicação em inglês alcançarem novos patamares.

Caso você queira ajuda especializada de professores que possam te ouvir e ajudar no seu caminho à fluência, entre em contato com a Plano A para batermos um papo e pensarmos num plano de estudos que faça sentido pra você.

A procrastinação nos estudos é um dos problemas mais frequentes enfrentado por muitos alunos. Embora pareça ser simplesmente uma questão de falta de disciplina ou organização, na verdade, ela está profundamente enraizada em sentimentos negativos e incertezas. A gente montou um texto pra explorar as causas da procrastinação e como podemos superar essa desquerida.

Sentimentos Negativos: O Início da Procrastinação

Geralmente, a procrastinação é causada por sentimentos negativos, como confusão, medo e inércia. Esses sentimentos podem nos impedir de iniciar ou concluir tarefas. Quando estamos confusos sobre o que fazer ou temos medo de falhar, a procrastinação se torna uma forma de evitar enfrentar essas emoções desconfortáveis.

A Névoa da Incerteza

A “névoa da incerteza” é um fenômeno bem estudado que os cientistas chamam de “paralisia da incerteza”. Isso acontece quando ficamos sobrecarregados pelas incertezas ou pela complexidade de uma situação, o que nos leva à inação. Sabe quando você se senta pra realizar uma tarefa (ex: aprender inglês) e aquilo te parece uma montanha gigantesca? Afinal de contas, são tantas coisas pra fazer: passar meu caderno a limpo, selecionar os materiais que quero ler, descobrir video-aulas, renovar a assinatura do meu clube de conversação, corrigir meu último texto…AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!

As pessoas com baixa tolerância à incerteza tendem a ver situações incertas como ameaçadoras e causadoras de ansiedade, o que leva elas a adiar tarefas, especialmente aquelas que envolvem qualquer tipo de dúvida.

Mecanismos de Procrastinação

Superando a Procrastinação

Para superar a procrastinação, é essencial abordar as causas subjacentes:

A procrastinação nos estudos é um desafio, mas entendendo suas causas e colocando em prática algumas estratégias, você vai conseguir lidar melhor com ela. Muitas vezes, o que nos ajuda a superar a procrastinação é ter alguém nos motivando e mostrando o melhor caminho. Se você acha que isso pode funcionar pra você, entre em contato com a Plano A. Nós temos aulas de inglês para te passar o passo-a-passo do inglês e também cursos de Mentoria, ou seja, um personal trainer da fluência! Vem com a Plano A que é sucesso!

Você já ouviu falar sobre a Primeira Lei do Movimento de Newton, também conhecida como a lei da inércia? Newtinho dizia o seguinte: “Um objeto em repouso permanece em repouso, enquanto um objeto em movimento permanece em movimento, a menos que seja atuado por uma força externa desequilibrada.” Chique, né? Isso pode parecer que não tem nada a ver com o aprendizado de inglês, mas na verdade, pode ser uma chave poderosa para te ajudar a avançar nos seus estudos.

Quando pensamos em aprender inglês, muitos de nós enfrentamos três obstáculos: incerteza, medo e, o mais complicado de todos, a inércia. A incerteza nos deixa confusos sobre o que precisamos fazer para começar, e o medo nos deixa tão ansiosos que nem sentimos que podemos começar. Mas a inércia, aquele estado de não fazer nada, é talvez o maior bloqueio.

Então, como podemos usar a inércia a nosso favor?

Reduza o Atrito Ambiental

O truque é ajustar o seu ambiente para tornar a tarefa de começar a decisão mais óbvia e fácil. Isso significa deixar seus materiais de estudo organizados e visíveis. Por exemplo, se você quer praticar leitura em inglês, deixe o livro ou artigo sempre à vista, em um lugar que você passa frequentemente. Isso reduz o atrito ambiental, tornando mais fácil começar.

Reduza o Atrito Emocional

Um método simples mas poderoso é a “regra dos cinco minutos”. Comprometa-se a trabalhar na tarefa por apenas cinco minutos. A ideia é que o primeiro passo é geralmente a parte mais difícil. Durante esses cinco minutos, foque totalmente naquilo que você está evitando. Ao final dos cinco minutos, você pode decidir se quer continuar ou fazer uma pausa. Muitas vezes, você vai perceber que continuar não é tão difícil quanto parecia.

Pergunte-se: “Qual é o próximo passo?”

Transforme o conceito abstrato de tomar ação em um próximo passo concreto. Isso pode ser algo pequeno, como abrir seu aplicativo de aprendizado de inglês ou ler um parágrafo de um texto em inglês. Cada pequeno passo em direção ao seu objetivo ajuda a criar um movimento contínuo, combatendo a inércia.

Lembre-se, um objeto em movimento tende a permanecer em movimento. Então, comece pequeno, mantenha-se em movimento e use a inércia a seu favor para dominar o inglês! Mas caso você precise de ajuda para se manter motivado e seguir no seu aprendizado, entra em contato com a Plano A. Nós temos aulas personalizadas para as suas necessidades. Chega mais que a gente está te esperando!

Quem nunca decidiu que iria começar a usar Duolingo para aprender um novo idioma que atire o primeiro dicionário! Por se tratar de um aplicativo gratuito (e extremamente popular), essa acaba sendo uma prática bem comum. Mas será que funciona mesmo? Bora conversar sobre isso!

O que é o Duolingo?

Duolingo é uma plataforma de aprendizado de idiomas que usa gamificação para tornar o processo muito mais divertido e envolvente. A proposta do app é que você tenha uma prática pequena porém constante. Para aprender efetivamente com Duolingo, é necessário comprometimento e disciplina.

Pontos positivos

Duolingo é um recurso útil para aprender um novo idioma. Apesar de haver muitas coisas legais na versão paga, é super possível utilizar a versão gratuita de maneira satisfatória.

A corujinha verde, mascote e símbolo do aplicativo, sempre te lembra de fazer as atividades para que você consiga manter a constância de estudos.

Além disso, por se tratar de uma proposta gamificada de estudos, é uma ótima forma de utilizar seu tempo na sala de espera do médico, enquanto seu café fica pronto, no ônibus, a caminho da escola ou trabalho, etc.

Ah, e não posso deixar de comentar da infinidade de opções de línguas disponíveis no aplicativo! Eu mesma utilizei a plataforma pra aprender húngaro, mas já já te conto mais sobre isso.

Pontos de atenção

Apesar de suas vantagens, nem tudo são flores. O Duolingo tem algumas desvantagens, como a falta de interação com professores, a ausência de aulas de conversação e a falta de explicações sobre o uso gramatical da língua aprendida. As vozes geradas por computador também deixam a desejar, pois não são de professores ou falantes nativos.

É importante lembrar que nenhum método ou plataforma pode substituir completamente o processo de aprendizado que ocorre através da prática diária, da interação com falantes reais, e da exposição constante ao idioma em diferentes contextos. O uso de uma ou mais plataformas de aprendizado deve ser complementado por estudo independente, prática de conversação, e uso do idioma no dia-a-dia.

Minha experiência com o Duolingo

Lembra que eu comentei que tentei aprender húngaro pelo Duolingo? Pois é. Eu queria testar a plataforma para ter a mesma experiência que um aluno iniciante de inglês teria. Porém eu já falo inglês, alemão e espanhol; também entendo alguma coisa de italiano e francês.

Meu sonho sempre foi aprender russo, mas queria testar com uma língua que eu não conhecesse absolutamente nada e que tivesse o mesmo alfabeto que o nosso, por isso escolhi o húngaro.

Fiz aulas durante todos os dias ao longo de um mês. No começo, fazia tudo diretamente no aplicativo, no entanto, estava achando bem difícil, por isso comecei a anotar as coisas num caderninho.

Eu também aprendi diversas palavrinhas e conseguia realizar as atividades propostas, maaaaaasssss ficava extremamente frustrada porque tinha dúvidas e não tinha para quem perguntar. Sim, a comunidade de alunos pode te ajudar, mas imagino que todos ali estivessem no mesmo barco que eu, né.

O meu objetivo (como da maioria dos alunos) é falar, e eu definitivamente não cheguei nem perto de começar a desenvolver essa habilidade através do app.

Resumindo

Em suma, o Duolingo é um excelente recurso para aprender um novo idioma, especialmente para aquisição de vocabulário e reforço de estruturas gramaticais. mas ele não deve ser a única ferramenta usada. Uma abordagem equilibrada e variada para o aprendizado de idiomas, que inclui tanto o uso de plataformas digitais quanto a prática em situações da vida real, é o que vai te levar de verdade ao encontro da fluência.

Agora que você já sabe que o Duolingo pode sim ser uma boa ferramenta, que tal aliar o app a aulas ao vivo e personalizadas para os seus objetivos? Entra em contato com a Plano A pra saber mais.

Mesmo que você já tenha alguma experiência com entrevistas de emprego, passar por uma delas em inglês pode ser bem diferente e estressante para o candidato a uma vaga de emprego. Para te ajudar a se preparar para a sua próxima entrevista de emprego em inglês, veja essas dicas que separamos para você!

Antes da entrevista

Antes de qualquer coisa, é essencial que você saiba de verdade qual o seu nível atual de inglês para que você consiga escolher de forma mais assertiva quais vagas estão ao seu alcance no momento. Muitos candidatos aplicam para diversas vagas e ficam frustrados quando o “sim” não vem, mas é bem possível que a vaga não fosse um bom fit pra você anyways por conta de coisas como o que eles esperam da sua performance em inglês, por exemplo.

Para te ajudar a entender um pouco melhor sobre os níveis de inglês, leia esse texto aqui. 

Taí uma área de conhecimento que pode te derrubar na hora da entrevista! Uma pergunta que você pode esperar ouvir é sobre o seu emprego anterior e uma breve descrição das suas atribuições. Essa é uma resposta muito individual, por isso pesquise os termos mais relevantes. Além disso, seria interessante buscar termos gerais referentes ao universo Business. Comece por aqui. 

De nada adianta estar super preparado para responder a todas as perguntas se você não consegue entendê-las! Para entrevistas de emprego, a habilidade de listening é mais importante que reading, por exemplo, por isso foque em ouvir! Busque por exemplos de entrevistas no Youtube, ouça Ted Talks, assista documentários…a Internet será uma grande aliada nessa fase.

O maior motivo para que uma entrevista seja feita em inglês é justamente para avaliar como você se sai em situações inesperadas nesse idioma. É óbvio (e esperado) que você se prepare para diversas possíveis perguntas, mas chegar com a resposta decorada é quase garantia de não passar para a próxima fase.

Durante a entrevista

Parabéns, você foi chamado para uma entrevista! Durante essa conversa, nunca, jamais, em hipótese alguma peça desculpas pelo seu nível de inglês.

Caso você não esteja num nível avançado, você pode reforçar que vem estudando inglês para se aprimorar cada vez mais pois sabe da importância dessa habilidade para o mercado de trabalho. Estar disposto a aprimorar seus conhecimentos é algo que as empresas prezam muito.

Ah, independente do seu nível de inglês, não minta no CV! Falamos mais sobre isso aqui

Deixe em casa palavras como “kinda” (tipo), “you know” (sabe), ‘like” (tipo), etc. Tenha sempre em mente que você não conhece a pessoa que está te entrevistando. Pode ser que a vaga seja para uma empresa mega descolada, mas o entrevistador não seja assim.

De qualquer forma, é sempre bom “feel the room”, ou seja, prestar atenção a como o entrevistador se porta para você tentar fazer igual, mas sempre que estiver na dúvida, opte pela formalidade, essa nunca tem erro numa entrevista de emprego.

Quando os candidatos passam por uma entrevista em inglês, normalmente ficam nervosos por estarem sendo avaliados em outro idioma; daí duas coisas podem acontecer: eles travam e só respondem “yes” ou “no” ou falam demais para tentarem se fazer entender. Pois saiba que as duas opções são péssimas!

O entrevistador precisa te ouvir para poder te avaliar, mas falar mais que necessário vai te dar mais oportunidades de cometer erros. Por isso, fale apenas o suficiente. Se o entrevistador precisar de mais informações, ele/a vai perguntar 🙂

Como eu disse antes, o objetivo de uma entrevista em inglês é observar como você se sai em situações inesperadas naquele idioma. 

Então, por mais que você se prepare para as perguntas mais comuns, o entrevistador sempre vai tentar fazer alguma pergunta diferente, justamente para ver a sua capacidade de improvisação. Ou ainda, é possível que o entrevistador peça exemplos de qualquer coisa que você disser. Por isso, praticar suas respostas sem decorar as falas vai te ajudar bastante nessas situações.

Normalmente a avaliação oral de idioma estrangeiro é terceirizada. O avaliador não sabe detalhes do processo e, muito menos, se o candidato tem chances de passar para a próxima etapa, portanto não pergunte como foi no teste e se tem chances, pois isso demonstra ansiedade e insegurança.

Depois da entrevista

Tanto ao final da entrevista como depois, é importante que você agradeça pela oportunidade. Como poucos candidatos enviam alguma mensagem de agradecimento após a entrevista, isso pode te colocar em destaque.

Agora você já sabe como arrasar na sua próxima entrevista de emprego em inglês! Mas se você sente que ainda precisa de ajuda para se preparar e conseguir expressar o seu melhor na hora da entrevista, clique aqui para saber mais sobre o nosso Curso de Inglês para Entrevistas, ou caso precise de algo ainda mais específico, agende um horário com a gente para montarmos um plano de aulas que atenda as suas necessidades. 

Vale a pena aprender inglês do zero em outro país? Ou será que seria melhor já estar num nível bem avançado para ir para outro país?

Saber o momento certo de fazer um intercâmbio é uma dúvida muito comum para quem está aprendendo um novo idioma, e com razão: passar um, dois ou mais meses em outro país apenas estudando é um alto investimento, tanto de tempo quanto de dinheiro. Então não dá para arriscar sem saber que vai funcionar, não é mesmo?

Nesse texto vamos discutir um pouquinho sobre os benefícios de fazer intercâmbio em cada fase do aprendizado e ao final vamos dar a nossa recomendação. Vamos lá!

Se você está com a corda no pescoço, com o risco de perder seu emprego pela falta de inglês ou algo assim, vale a pena fazer um intercâmbio tendo apenas o nível básico. Dessa forma, você consegue condensar em poucos meses os estudos de (possivelmente) um ano inteiro no Brasil.

No caso do seu emprego estar ameaçado, você também transmite uma mensagem que está motivado(a) a se manter naquela empresa, o que pode ser muito bom!

Além disso, você já vai iniciar seus estudos sem o auxílio da sua língua materna, algo que muitos alunos só conseguem fazer quando já estão bem mais avançados nos estudos.

Muitos alunos(as) optam por fazer intercâmbio no nível intermediário, ou seja, depois de um ou dois anos de estudos no Brasil.

Nessa fase, você vai notar uma diferença enorme num curto espaço de tempo fora do país. Tudo o que era apenas teoria para você vai se materializar no dia-a-dia. Cada conversa que você tiver vai ser uma grande sequência de fichas caindo na sua cabeça.

Você também será mais capaz de virar nas questões cotidianas e vai conseguir fazer amizades e hablar muito sobre diversos temas.

Pode acontecer de a oportunidade de uma viagem surgir apenas depois de muitos anos de estudos. Ou ainda, apenas no nível avançado você se sente confiante o suficiente para se aventurar num país que não é o seu.

Independente do motivo, você vai arrasar! Em vez de se enroscar com coisas básicas ou finalmente compreender o uso de estruturas gramaticais, nessa fase você vai conseguir refinar os seus conhecimentos, tanto de pronúncia quanto de expressões e questões culturais.

Após muitos anos preparando pessoas para esse momento de mudança de país, pudemos perceber que o aluno(a) tende a observar mais resultados (de um ponto de vista linguístico) se ele(a) fizer essa viagem a partir no nível intermediário.

Quando você faz intercâmbio já tendo algum conhecimento da língua, você não precisa mais gastar tempo de viagem tentando entender cada palavra de um cardápio ou se metendo em furada porque não entendeu que aquele trem não ia pra onde você precisava.

A partir no nível intermediário você já consegue ter conversas mais longas, consegue se expressar, tirar dúvidas e fazer amizades.

Mas veja! Eu mesma já fiz intercâmbio e gostaria muito que todos(as), sem exceção, tivessem essa oportunidade. Por isso, caso a oportunidade venha e o seu nível de inglês ainda seja iniciante, eu diria para ir assim mesmo. Acontece que, quando não se fala muito bem inglês, você vai passar por dificuldades que poderiam ter sido evitadas.

Na pior das hipóteses, você vai ter muita história divertida de perrengue pra contar!

E se você chegou até aqui, é porque está a fim de se preparar justamente pra não passar esses perrengues. Nesse caso, a Plano A pode te ajudar! Vem bater um papo com a gente para saber mais como começar a praticar inglês antes do seu sonhado intercâmbio!