Suor escorrendo pela testa, tremedeira, boca seca, sensação de desmaio…

É Insolação? Dengue? Nada: esses são os sintomas que antecedem o “Enviar” de um e-mail.
A incerteza de ter escrito “A capivara está comendo pipoca” em vez de perguntar por mais detalhes sobre aquela vaga de emprego que te foi oferecida por uma empresa gigante que exige inglês como requisito; o medo de ter mandado um “nóis fumo e nóis vortêmo” para aquela revista científica no corpo do e-mail ao enviar o seu projeto… nós entendemos bem como é isso. Nós já passamos por isso.

A verdade é: para o corpo do texto em si você pode contar com um serviço de revisão simples. Aliás, você pode contar com a gente para isso. Dá uma conferida aqui.  

Mas você pode contar com algumas dicas mais pontuais e fixas que são replicáveis e que dão aquele toque de “Ah, essa pessoa manja, hein?”.

Nós separamos 5 dessas dicas e resolvemos trazer aqui pra vocês, bora?

1) Apresente-se

O inglês é cheio de pompas com textos “fixos” como são os e-mails. Então, não deixe de iniciar com uma saudação adequada:

Lembre-se de que em inglês, tratamos as pessoas pelo sobrenome. Ah, e o pronome de tratamento adequado pode variar de acordo com o estado civil para as mulheres, no entanto, convencionalizou-se o uso de “Mr.” e “Ms.” para não ter erro.

Esse último (nosso equivalente direto do “A quem interessar possa”) é o mais impessoal de todos e bem por esse motivo bem usado.

2) Mencione um e-mail anterior, caso exista

Caso você queira começar o seu e-mail agradecendo a resposta que te enviaram antes, mande um:

           “Thank you for your (prompt)* reply”

           “Thanks for getting back to me” (mais informal)

Dica: só insira o “prompt” (“rápida”, “pronta”) caso você realmente tenha achado que a resposta da pessoa foi rápida ou você soará irônico!

3) Mostre ao que veio

O inglês tem como característica e principal diferença do português, o fato de ser direto ao ponto e isso é muito apreciado. Então, comece o corpo do e-mail assim:

            “I am writing in reference to…”

            “I am a sales representative looking to schedule a meeting with…”

           “I am writing to apply for…”

Ah, é importante dizer que muitas dessas palavrinhas-chave devem constar no Assunto do seu e-mail:

           “Application for a job position in ____”;

           “Schedule a meeting with ____”;

4) Faça uma conclusão

A conclusão deve ser encarada de duas maneiras: como mais uma forma de mostrar quão educado você é e de dar mais uma chance de o leitor pegar o seu intuito. Você só tem a ganhar com isso, então invista:

           “Thank you for you time”;

           “Thank you for your interest”;

           “I truly appreciate your consideration”;

E já aproveite o embalo para mandar:

           “If you have any concerns, please let me know”;

          “If you happen to have any questions, I’ll be glad to have them clarified”;

5) Despeça-se

Você se apresentou, disse ao que veio, concluiu e agora é a hora de colocar a cerejinha do bolo. Como dissemos lá no começo do texto, esses textos fixos do inglês são cheios de pompas, logo, tudo é importante. De ponta a ponta:

           “Best regards”

           “Thank you”

           “Faithfully”

          “Sincerely”

Os dois últimos são os mais formais dessa lista e provavelmente ela já é suficiente para fechar uma variedade boa de e-mails com qualidade.

E é isso! Você terá seu lindo e-mail padronizado da maneira como deve ser.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a gente! 

Sempre que o ENEM vai chegando perto rola aquela ansiedade e correria com revisões vão a mil, né?

A prova em si não é só um teste mental, como também é físico: 180 questões e uma redação! Ainda que separados em dois dias, haja concentração e coluna, hein?

Mas uma coisa que passa em branco nas exigências dos estudos para o ENEM é a prova em idioma estrangeiro.
“Ué, como assim ‘passa e branco’?”
Você consegue encontrar tantos guias com dicas de estudos em inglês (e espanhol) como consegue das outras competências? Já começa por aí.

E depois, maior parte dos guias vem e joga assim:

“É importante ter conhecimento prévio”.

“Faça intertextualidade”;

“Leia trechos menores, em vez de o texto todo”.

Com o perdão da rebeldia, essas são dicas vagas que, apesar de poder abrir seus olhos para o que a prova está querendo extrair de você, não ajuda de fato.
Em termos mais simplificados, é como esses guias te guiassem (há!) para um longo corredor totalmente escuro: você caminha naquela direção tateando o ar procurando qualquer coisa na qual possa se apoiar. E mesmo se as encontrar, o que são elas? Como elas podem te ajudar?

E é aí que entra a Plano A!

Separamos aqui 4 tópicos de gramática que podem te ajudar a se achar na prova:

Reported Speech

Esse carinha aqui é o nome dado àquele mecanismo de reportar o que outra pessoa disse. Veja:

“I am running late.” – said Mom

Reported Speech: “My mom said she was running late.”


Como esse tópico é útil?

Em alguma questão (ou em mais de uma), pode ser exigido que você reporte o que foi dito anteriormente:

(Fatec/2002) Considere a frase “It’s a perfect setup for heart disease and diabetes, says Stampfer.” Assinale a
alternativa em que a transposição dessa frase para o discurso indireto está correta, completando a frase a seguir.

Stampfer says ______________________________

a) it was a perfect setup for heart disease and diabetes.
b) it is a perfect setup for heart disease and diabetes.
c) it has been a perfect setup for heart disease and diabetes.
d) it had been a perfect setup for heart disease and diabetes.
e) it will be a perfect setup for heart disease and diabetes.

Resposta: b

Dica: Para estudar esse conteúdo com qualidade, além do Reported Speech, treine bem o Verb Tense Backshifiting, que é quando um verbo muda de tempo ou não. Essas regrinhas valem ouro!

Pronouns

Essas são palavras que usamos para nos referir a objetos, animais, pessoas, lugares e tudo mais que você precise se referir. Eles se comportam muito como o português, mas precisa tomar cuidado, porque no inglês eles podem ser meio traiçoeiros:

“My dogs are thirsty! I am going to get THEM some water”

(“THEM” está se referindo a “dogs” que, apesar de ser um animal, está no plural e por isso não pode ser substituído por “It”).

Como esse tópico é útil?

Em muitas perguntas do ENEM, existem trechos contendo pronomes e ele pode exigir que você identifique ao quê essas palavras estão se referindo:

(UFV/1996) A palavra THEY na seguinte sentença “Personality questionnaires were sent out to
more than 2000 men and women without prior selection; when THEY returned, the birth dates
 were noted and the results were put through a computer.” se refere a:

a) results
b) men
c) questionnaires
d) birth dates
e) women

Resposta: c

Dica: para encontrar mais material sobre isso na Internet, você pode procurar por Subject and Pronoun Agreement (Concordância pronominal) e estudar os outros tipos de pronome que não só o pessoal. São eles: Possessive pronouns, Possessive Adjectives, Object pronouns e Reflexive Pronouns.
Todos esses poderão te ajudar na prova! Para um guia completo de pronomes, clique aqui!

Passive Voice

A voz passiva muda o foco do que está sendo dito não para o autor da ação e sim para o que foi feito:

“William Shakespeare wrote ‘Hamlet’.” – Voz Ativa (foco no autor da ação).

“‘Hamlet’ was written by William Shakespeare.” – Voz Passiva (foco no que foi feito).

Como esse tópico é útil?

Esse é uma estrutura tipicamente jornalística. Ao se deparar com uma questão com um tom mais jornalístico, é bom estar antenado:

(Cesgranrio/2016) Escolha a alternativa que contém Voz Passiva:

a) “The oil and natural gas industry has developed and applied…”
b) “Other segments of the industry have benefited from technological advances as well.”
c) “Also, new process equipment and catalyst technology advances have been made very recently…”
d) “The industry is committed to investing in advanced technologies…”
e) “Gas hydrates could be an important future source of natural gas…”

Resposta: c

Dica: Estudar a Voz Passiva em TODOS tempos verbais. Essa estrutura (to be + verbo no particípio) se estende para o presente, passado e futuro. Ah, e é legal também dar uma decorada nos verbos do Particípio Passado, Eles são parte essencial aqui!

Articles 

Talvez um dos mais chatinhos da lista, esse tópico tende a conflitar com o português, porque aqui a gente usa o artigo pra tudo e já no inglês, não:

Português: A Fernanda está feliz!”

Inglês: “Fernanda is happy!”

Como esse tópico é útil?

É comum que haja questões que cobrem o uso de artigos, tanto definidos quanto indefinidos:

(MACK-SP/2010)

Paul, _____ doctor, was _____ first person in _____ city to swim in _____ Mississipi River on
_____ tenth of _____ October, 1970 and in ____ Lake Michigan in _____ 60s.

a) an – the – the – the – the – X – X – the
b) a – X – the – the  – the – the  – X – the
c) the  – the – X – the – the – X – X – the
d) a – the – the – the – the – X – X – the
e) a – the – X – the – X – X – the – X

Resposta: d

Dica: o uso mais confuso é justamente quando não se usa o artigo. Vale a pena dar uma estudadinha nas regras todas e praticar bastante, porque, como eu já disse, esse tópico é chatinho.

E chegamos aqui ao final dessa listinha que, vai por mim, pode te ser de enorme ajuda na hora da prova.

Foque seus estudos para não se perder em meio a tanto conteúdo e lembre-se: leia primeiro a pergunta para depois caçar a resposta!

Se você chegou ao final dessa lista e ainda sente que precisa de uma ajudinha extra para se preparar para o ENEM, entra em contato com a gente!

Boa prova! 

Break a leg! 

Há diversos motivos para que um artigo científico seja rejeitado e são poucos pesquisadores que passam ilesos disso. Há até quem diga que é esperado para que assim o autor consiga refletir melhor sobre a sua escrita, metodologia ou mesmo enfoque. Sua produção não tem só de estar bem escrita, bem como ser inédita e relevante para a comunidade na qual se insere.

Dependendo dos motivos da rejeição, os veículos de publicação podem ou não oferecer a oportunidade para que o autor faça as devidas alterações e re-submeta. Vale ressaltar que isso varia de periódico para periódico!

Selecionamos aqui os motivos mais comuns para rejeição:

O que caracteriza: A busca por um conteúdo inédito e relevante incentivou o desenvolvimento de softwares responsáveis por identificar plágio ou mesmo um fenômeno conhecido como overlapping em que determinados trechos (ou mesmo palavras e a ordem em que aparecem) coincidem com os de outras produções.

O que caracteriza: Cada tipo de veículo de publicação (periódicos, jornais, revistas científicas) apresenta suas próprias diretrizes para normatização. Caso seu artigo não corresponda aos “moldes” daquele tipo de publicação, seu artigo pode ser rejeitado.

O que caracteriza: Ao propor métodos científicos para investigar um tema, há determinadas diretrizes a serem seguidas para que a replicação e testes daquele método sejam possíveis. Ao não seguir o que rege a metodologia científica, o autor pode apresentar, por exemplo, dados que não se sustentam ou mesmo uma conclusão frágil a partir dos dados apresentados.

O que caracteriza: É possível que a sua abordagem ou mesmo o tópico em si não sejam relevantes para o campo ou para o público do periódico.

O que caracteriza: Caso seu artigo não tenha recebido (ou, pelo menos, apresentado o devido aceite) do Comitê de Ética ou mesmo esbarre em suas diretrizes como por exemplo não se referir aos indivíduos sujeitos aos testes e experimentos da forma adequada de acordo com os órgãos éticos, pode culminar na rejeição!

O que caracteriza: Enfim, o motivo mais comum para rejeição de artigos escritos em inglês por parte de pesquisadores brasileiros se refere à qualidade da escrita, principalmente em inglês. Mesmo após a rejeição e indicação de revisão, muitos continuam sendo rejeitados por esse motivo.

Os primeiros cinco problemas, por se referirem ao conteúdo técnico da produção, podem ser corrigidos com o apoio do seu orientador ou mesmo de colegas mais experientes que já passaram pelos mesmos perrengues.

Já se o problema for com a redação, que tal contar com ajuda profissional personalizada?

Conheça os serviços de Tradução, Revisão e Versão da Plano A Cursos Online.

Entre em contato com a gente e peça um orçamento!

A escrita provavelmente é a habilidade mais difícil de ser aprimorada, em parte porque a língua escrita e a língua falada têm estruturas diferentes, em parte porque muitas vezes o foco de cursos de idiomas está mais voltado para a fala.

Para te ajudar a melhorar seus textos, sejam eles eles acadêmicos ou não, selecionamos aqui algumas ferramentas que poderão ser úteis na hora de tirar suas dúvidas.

Thesaurus

Na linguagem escrita, é muito importante que não se repitam palavras com muita frequência, e o Thesaurus pode te ajudar nessa tarefa. Essa plataforma oferece uma lista de sinônimos e antônimos para você conseguir variar uma ideia no texto. Em vez de usar a palavra beautiful várias vezes, por que não cute, good-looking, gorgeous, charming…?

As cores te ajudam a entender quais palavras são mais relevantes, ou seja, mais próximas do significado da palavra original. Além disso, é possível selecionar somente sinônimos formais ou informais, dependendo do tipo de texto que se está escrevendo.

Academic Phrasebank

Esta dica é especial para quem necessita escrever artigos científicos. Na página Academic Phrasebank é possível encontrar expressões e locuções comumente utilizadas na escrita de artigos, para que o seu texto soe o mais natural possível em inglês. Este site, bem como todas as demais sugestões deste post, não é indicado para iniciantes. Todas as recomendações servem àqueles que já escrevem em inglês, mas acreditam que podem fazer ainda melhor.

 

Free Collocation

A língua inglesa, como qualquer língua, é um código e seus usuários encontraram soluções diferentes para o que gostariam de falar. No Free Collocation é possível, por exemplo, encontrar as preposições corretas a serem utilizadas com cada verbo. Como se diz “depender de”, ou “de acordo com”? No Free Collocation você encontra essas respostas.

Fraze It

No site Fraze it é possível conferir se a expressão ou palavra que você pretende utilizar é usada com frequência e em quais contextos (jornais, revistas, artigos…). Ele é perfeito para ser utilizado junto com o Free Collocation já que neste descobrimos as preposições corretas e, no caso de haver mais de uma, o Fraze it te mostra a opção mais empregada.

Grammarly

O Grammarly é um corretor de textos. Na sua versão paga, ele aponta os erros e sugere correções. A versão gratuita só aponta os erros, mas já é uma grande ajuda para quem está tentando aperfeiçoar suas técnicas de redação. Para utilizar esta ferramenta é muito simples, é só fazer upload no site de um arquivo e voilà, em segundos vocês tem o seu texto analisado.

Espero que com essas dicas você consiga aprimorar seus textos e ter mais segurança ao escrever um e-mail ou relatório.

Caso ainda precise de ajuda, a Plano A oferece serviços de tradução, versão, revisão ou escrita de CVs em inglês. Entre em contato e solicite um orçamento!

Que atire a primeira pedra quem nunca começou janeiro fazendo aquela lista de objetivos para o ano e percebeu em maio que não alcançaria nenhuma das metas; ou então quem iniciou um curso de inglês e prometeu que estudaria uma hora por dia TODOS OS DIAS e duas semanas depois já tinha abandonado a missão.

Mas isso não precisa ser assim. Há formas de conseguirmos – de fato – atingir um objetivo sem sofrer.

 

Por que eu preciso de metas?

Sêneca (filósofo romano) já dizia “quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável”, ou seja, se não houver um objetivo claro para onde estamos rumando, dificilmente vamos chegar aonde queremos.

Para ilustrar melhor, observe duas formas de se propor uma tarefa:

“Estudar inglês”

Essa frase diz muito pouco do que deve ser feito de fato ou quanto tempo vai demorar para que a tarefa seja concluída.

“Reler anotações sobre Simple Past, assistir ao vídeo sugerido pelo professor anotando os verbos no passado, pesquisar o vocabulário necessário e escrever uma entrada de diário falando sobre o meu dia”

Agora sim temos algo mais concreto, sabemos exatamente o que devemos fazer e por que estamos fazendo isso.

 

Como posso definir metas de estudo eficientes?

Peter Drucker desenvolveu uma ferramenta muito interessante conhecida pelo acrônimo SMART que é atualmente bastante utilizada em sessões de Coaching. A sigla significa:

Specific – o objetivo deve ser específico; quanto mais detalhes você tiver do que pretende alcançar, mais concreto e importante esse objetivo será pra você.

Measurable mensurável; precisamos estabelecer pequenos marcos ao longo do caminho para podermos avaliar se estamos de fato caminhando na direção certa.

Achievable atingível, realista. É muito importante termos metas ousadas, porém dentro de uma realidade possível.

Relevant relevante. A sua meta deve fazer sentido para você e seus objetivos pessoais ou profissionais.

Time-limited – com prazo estabelecido. O seu objetivo precisa ter uma data para ser alcançado.

O método SMART pode, e deve, ser utilizado para definir seus objetivos gerais em relação ao inglês bem como para tarefas pontuais. Pensando no exemplo utilizado anteriormente sobre Simple Past, veja como ele se encaixa nesse método:

 

E se eu não conseguir cumprir as metas?

Lembre-se que as metas devem sempre ser definidas de modo a te ajudar. Caso você não esteja conseguindo cumpri-las, é essencial reavaliar para descobrir o que não funcionou.

Se você quiser ajudar de profissionais capacitados para atingir suas metas, a Plano A Cursos Online pode te ajudar. Oferecemos desde tutoria até cursos completos de inglês. 

Dentre todas as pessoas que você conhece, quantas fazem ou já fizeram algum curso de inglês?

E desse número de pessoas que já tiveram contato com inglês, quantas falam o idioma de fato?

Infelizmente, o números de brasileiros que apresenta fluência em inglês não é muito animador. Segundo uma pesquisa conduzida pelo British Council, apenas 3% da população brasileira tem proficiência em inglês.

Mas qual é o problema em esperar para dominar o inglês mais tarde?

Aprender um idioma leva tempo

Desconfie daquelas propagandas que prometem “inglês avançado em x meses”. A proficiência em uma língua é algo que demanda tempo e dedicação. Para se atingir o nível B1, que seria algo como “intermediário”, são necessárias cerca de 400 horas de estudo.

Você pode perder oportunidades na (pós)graduação ou mercado de trabalho

Tanto o mercado de trabalho quanto os meios acadêmico e científico se baseiam fortemente no inglês como língua vernácula. Portanto, caso você tenha interesse em ser bem sucedido em qualquer uma dessas áreas, inglês é essencial.

Independentemente se você deseja um novo emprego, um intercâmbio estudantil ou conseguir uma vaga no mestrado ou doutorado, os seus conhecimentos em língua estrangeira serão testados, e não é possível “fingir” um conhecimento inexistente.

No caso específico da graduação, mestrado ou doutorado, é possível iniciar os estudos nessas áreas com pouco ou nenhum conhecimento em inglês. No entanto, os alunos sentem desde o início os efeitos dessa carência; além da dificuldade em compreender o conteúdo das aulas (que muitas vezes só existe em inglês), os alunos acabam perdendo muitas oportunidades de intercâmbio e participação em congressos, prejudicando (e muito) a qualidade do seu currículo.

Atrapalha o foco na (pós)graduação

“Tudo bem, então quando eu entrar na faculdade/mestrado/doutorado, vou me dedicar ao inglês na horas vagas.” Aham, sério mesmo?

O ensino superior já exige, por si só, uma dedicação muito grande, e além disso você quer inserir a língua estrangeira nessa conta?

Já tivemos muitos alunos (especialmente do mestrado/doutorado) que tentaram essa estratégia e se arrependeram amargamente, porque muitos deles precisaram parar completamente as suas pesquisas para conseguirem a certificação em inglês.

Tem que devolver o dinheiro

Não há um consenso em relação aos editais de pós-graduação; alguns exigem comprovação do conhecimento de um segundo idioma no ato da inscrição para o processo seletivo, enquanto outros permitem que a certificação seja entregue até seis meses antes da defesa. Como já dito antes, essa segunda possibilidade pode atrapalhar o desenvolvimento da sua pesquisa, mas esse não é o maior problema. Caso você, ao final do prazo, não consiga comprovar a proficiência no segundo idioma, deve devolver integralmente todo o valor da bolsa de estudos recebida.

Então, se você tem a oportunidade HOJE de iniciar um curso de idiomas, por que vai deixar para depois? Para curso extensivo ou preparatório para provas, a Plano A te ajuda. Entre em contato com a gente e comece hoje mesmo a escrever o seu futuro!