Você prefere assistir a filmes dublados ou legendados? … Sabemos que a dublagem “facilita”, né? Mas hoje a gente vai convencer você de que vale totalmente a pena escolher a opção legendada quando você entrar lá no seu streaming da próxima vez!

1: Inglês de verdade!

Quando a gente estuda inglês, uma das partes mais importantes é acostumar o nosso ouvido ao idioma. E os filmes e séries são uma ótima maneira de fazer isso!

Com a dublagem, você perde tudo o que é natural da língua original do filme. Todos os sotaques diferentes, o ritmo e a entonação das falas… tudo isso se perde na dublagem. E são elementos muito importantes pra melhorar a sua compreensão oral (seu listening) justamente por serem componentes importantes do que chamamos as vezes de “o inglês de verdade”.

2: As sutilezas da comunicação não verbal.

Sabe quando uma personagem não sabe responder uma pergunta no filme e…. faz um barulho? Que não é nem fala e nem silêncio? Ou quando o personagem quer expressar medo e fala sussurrando? Ou ainda aquele “ouch” ou “yikes” que a gente pega numa reação das cenas?

Então, todas essas coisas fazem parte do aspecto cultural da comunicação e não só ajudam a transmitir as mensagens como enriquecem a nossa forma de se expressar. Quando você não precisa das palavras pra entender um sentimento, por exemplo.

A dublagem vai adaptar tudo isso pra sua língua nativa, então não é só o vocabulário que você está perdendo, mas também toda uma forma de comunicação que acontece ali nas entrelinhas.

3: Tantas coisas pra aprender!

Sim, com atenção o suficiente, um filme assistido em inglês pode trazer uma infinidade de conteúdo novo pra você aprender. Pensa bem:

Imagine aprender tudo isso fora da sala de aula, sem um caderno na mão, e ainda comendo uma pipoca!

4: Piadas e referências culturais intactas!

Veja bem o diálogo que acontece nessa cena de Modern Family:

Hailey, a adolescente vaidosa, está conversando com uma madame rica. A jovem diz “you can’t stick your neck out” (expressão que significa “você não pode se arriscar”), e a madame responde “You can and you should, that’s how you avoid wrinkles there” (levando a expressão ao pé da letra, dizendo que evita rugas no pescoço). Entendeu? Esse diálogo só faz sentido no inglês original, já que a piada é que a expressão foi levada ao pé da letra, e essa expressão não existe em português.

Vai dizer que você nunca ficou confuso com uma piada traduzida que simplesmente não teve graça?! Esse é só um exemplo pra ilustrar o quanto das piadas, expressões, referências e trocadilhos que se perdem quando a tradução da dublagem entra no lugar.

Então, se você está estudando inglês e ainda assiste tudo dublado, tá mais do que na hora de mudar isso! Filmes e séries são aliados ótimos no seu aprendizado, pra treinar o listening, aprender vocabulário e se acostumar com o idioma de um jeito leve.

Quer ver mais dicas pra trazer o inglês mais pra perto de você? Segue a gente no insta @planoacursos. Aliás já aproveita que está aqui e confere os nossos conteúdos do blog, recheado de dicas legais pra impulsionar o seu inglês!

Você já tentou ler comentários em inglês naqueles vídeos virais do TikTok? Ou no seu clipe favorito da Taylor Swift? Ou já se aventurou pelo Tumblr ou Reddit e esbarrou em fóruns da gringa? Se sim, é muito provável que você tenha visto um inglês que… bem, digamos que não está nos livros. O que é WYM?? E o que eles queriam dizer com “flex”??

O inglês dos nativos toma esse jeitinho próprio quando se trata de se comunicar na internet. Como acontece também na nossa língua, na internet a gente tende a ser muito mais informal, usa gírias e abreviações, e também toma menos cuidado com a gramática! Os nativos do inglês não são diferentes, gírias novas aparecem o tempo todo e jeitos novos de se escrever uma expressão também vêm e vão. Mas calma! Trouxemos esse post pra te ajudar com isso!

Como ler as abreviações e gírias

Em geral, a comunicação na internet segue duas regras simples: ser rápido e ser expressivo! É por isso que os nativos usam muitas abreviações e expressões informais para se comunicar, e você pode fazer o mesmo para soar mais natural.

Apostamos que as mais comuns, como “OMG” (oh my god) e “LOL” (laughing out loud) vocês já conheciam, então vamos pular essas e ir direto pras que aparecem muito e ainda podem te confundir:

Abreviações:

Expressões:

Cuidado com os erros dos nativos!

Assim como a gente aqui no Brasil, volta e meia vemos pessoas cometendo erros de português na internet, os nativos de inglês também fazem isso na própria língua, e a comunicação rápida da internet propicia isso. Então, fiquem espertos.

A dica pra encontrar esses erros é que eles geralmente vêm da forma como uma palavra ou expressão é falada pois as pessoas tendem a escrever como elas pronunciam. Aqui vão alguns dos erros mais comuns:

Então, o conselho aqui vai para o cuidado como a forma que você está aprendendo. Usar as redes sociais pra pegar o inglês real, do dia a dia, é ótimo! Mas fique atento pra não acabar pegando também os erros.

Dicas pra aproveitar melhor o inglês da internet:

  1. Consuma bastante conteúdo autêntico! Siga páginas e influenciadores nativos e tente interagir nos comentários.
  2. Use um dicionário de gírias sempre que não sentir segurança, o Urban Dictionary por exemplo, é uma boa opção.
  3. Pratique com os nativos. Entrando em discussões nos fóruns é um jeito legal de engajar com o conteúdo e malhar o inglês
  4. Não tente traduzir tudo, muito menos traduzir ao pé da letra. Algumas expressões não vão fazer sentido com a tradução, e o melhor é você se acostumar com o sentido das palavras.
  5. Se atente aos erros mais comuns! Como comentamos, a internet está cheia desses errinhos repetidos, cuidado pra não aprender algo errado. Na dúvida, pesquise.

Agora você já tem um bom ponto de partida para entender e se comunicar melhor no inglês online. E se quiser aprender mais sobre o inglês do dia a dia, vem conversar com a gente!

Imagine estar em uma festa com amigos e alguém diz: “Saudações, caros festeiros! Espero que a noite lhes esteja sendo agradável.” Você provavelmente levantaria uma sobrancelha e se perguntaria se a pessoa anda assistindo muitas novelas de época. Esse é um exemplo clássico do que acontece quando alguém confunde os registros de linguagem. Simplificando, um registro de linguagem é o nível de formalidade que você usa ao falar ou escrever. É a diferença entre mandar uma mensagem para seu melhor amigo e enviar um e-mail para seu chefe.

Então, por que esses registros importam? Usar o registro correto pode fazer você parecer apropriado para o ambiente — seja relaxando com amigos ou se apresentando em uma reunião. Usá-los de forma errada pode levar a momentos constrangedores, como se dirigir ao seu chefe com gírias de rua ou cumprimentar um entrevistador com um “E aí, beleza?”. Saber quando manter a calma e quando manter a classe é fundamental para lidar com diferentes situações sociais.

De ‘E aí?’ a ‘Como Vai?’: Exemplos de Inglês Informal vs. Formal

A verdade é que o Inglês é muito maleável e você pode transformar completamente a forma de dizer uma mesma coisa só trocando esse registro. Veja as saudações, por exemplo. Quando você encontra um amigo, pode dizer “What’s up?” ou apenas “Hey!”— curto e simples. Mas, ao conhecer alguém importante, como o chefe do seu chefe, você usa um “Good afternoon, how do you do?”. É como se o inglês tivesse um código de vestimenta, e você precisa saber quando usar jeans e quando vestir um terno.

O mesmo vale para outras frases do dia a dia. Quando conversa com um amigo, pode dizer: “I’m gonna grab a bite.” Mas em um ambiente formal, isso se transforma em: “I’m planning to have lunch.” Vê a diferença? A versão informal é cheia de contrações e gírias, enquanto a formal é clara e polida. Não se trata apenas de soar elegante — é sobre ajustar suas palavras à ocasião, assim como você não usaria chinelos em um casamento.

Escolhendo o Registro Certo: Quando e Onde Usar Gírias ou Linguagem Formal

Imagine isso: você está em um churrasco e conversa com amigos sobre o último programa imperdível. Você usa gírias como “top” e “incrível”, e todos estão na mesma sintonia. Agora, em uma entrevista de emprego, soltar esses termos pode fazer você parecer deslocado. Essa é a mágica de escolher o registro certo!

Gírias e linguagem informal são ótimas para conversas com amigos, posts em redes sociais, grupos de conversa nos aplicativos, até em salas de jogos, por exemplo, mas não são adequadas em situações formais, como e-mails profissionais ou apresentações. Para ganhar confiança, preste atenção em como os falantes nativos usam a linguagem. Assistir a diferentes programas de TV e ler materiais diversos pode ajudar. Com prática e exposição, alternar entre gírias e inglês formal se tornará natural.

Dicas Práticas para Dominar Diferentes Registros em Inglês

Dominar a arte de alternar entre diferentes registros de inglês pode parecer um superpoder! Aqui estão algumas dicas práticas: primeiro, mergulhe em mídias em inglês. Assista a filmes e programas de TV em contextos informais e formais. Observe como os personagens ajustam sua linguagem. Isso ajuda a saber quando usar gírias ou optar por um tom polido.

Pratique escrever em ambos os registros. Tente redigir um e-mail para um amigo usando gírias e depois reescreva-o em estilo formal. Esse exercício ajuda a ver as diferenças e se acostumar com cada tipo de linguagem. Outra dica é simular cenários: chame um amigo ou um tutor para te ajudar e alternem-se na prática de diferentes cenários — informais e formais.

E por fim, peça feedback. Se não tiver certeza se sua linguagem se encaixa no contexto, busque conselhos de falantes nativos ou professores. Eles podem fornecer insights valiosos e ajudar a aprimorar suas habilidades. Com essas dicas, você vai dominar a arte dos registros de linguagem e vai se comunicar com confiança em qualquer situação.

Exemplos

Para ajudar você a navegar pelo inglês com facilidade, elaboramos uma lista de expressões informais comuns e seus correspondentes formais. Entender essas variações pode fazer uma grande diferença. Confira os exemplos e veja como mudanças simples na sua linguagem podem aprimorar suas habilidades de comunicação e ajudar a se adaptar a qualquer situação.

Informal Formal
“What’s up?” “How have you been? / How do you do?”
“Gonna” (e.g., “I’m gonna leave now.”) “Going to” (e.g., “I am going to leave now.”)
“Can’t wait” “I am looking forward to”
“Thanks” “I appreciate it.” / “Thank you very much”
“Sorry” “I apologize”
“Hang on a sec” “Please wait a moment”
“I’ll get it” “I will handle that”
“Hit me up” “Please contact me”
“No big deal” “It’s not an issue”
“Give me a hand” “Could you help me please?”
“I’ll fill you in” “I will give you the details”
“It’s up to you” “The decision is yours”
“That’s a bummer” “That is unfortunate”
“Let’s wrap it up” “Let us conclude the meeting”

Conclusão

Dominar a alternância entre gírias e inglês formal é uma habilidade valiosa para se comunicar de forma eficaz em diferentes contextos. Compreendendo os registros de linguagem e praticando ambos os estilos, você estará preparado para qualquer conversa com confiança. Lembre-se, não se trata apenas de soar impressionante—é sobre conectar-se de forma apropriada e impactante. Continue praticando, mantenha-se versátil e veja suas habilidades de comunicação em inglês alcançarem novos patamares.

Caso você queira ajuda especializada de professores que possam te ouvir e ajudar no seu caminho à fluência, entre em contato com a Plano A para batermos um papo e pensarmos num plano de estudos que faça sentido pra você.

A procrastinação nos estudos é um dos problemas mais frequentes enfrentado por muitos alunos. Embora pareça ser simplesmente uma questão de falta de disciplina ou organização, na verdade, ela está profundamente enraizada em sentimentos negativos e incertezas. A gente montou um texto pra explorar as causas da procrastinação e como podemos superar essa desquerida.

Sentimentos Negativos: O Início da Procrastinação

Geralmente, a procrastinação é causada por sentimentos negativos, como confusão, medo e inércia. Esses sentimentos podem nos impedir de iniciar ou concluir tarefas. Quando estamos confusos sobre o que fazer ou temos medo de falhar, a procrastinação se torna uma forma de evitar enfrentar essas emoções desconfortáveis.

A Névoa da Incerteza

A “névoa da incerteza” é um fenômeno bem estudado que os cientistas chamam de “paralisia da incerteza”. Isso acontece quando ficamos sobrecarregados pelas incertezas ou pela complexidade de uma situação, o que nos leva à inação. Sabe quando você se senta pra realizar uma tarefa (ex: aprender inglês) e aquilo te parece uma montanha gigantesca? Afinal de contas, são tantas coisas pra fazer: passar meu caderno a limpo, selecionar os materiais que quero ler, descobrir video-aulas, renovar a assinatura do meu clube de conversação, corrigir meu último texto…AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!

As pessoas com baixa tolerância à incerteza tendem a ver situações incertas como ameaçadoras e causadoras de ansiedade, o que leva elas a adiar tarefas, especialmente aquelas que envolvem qualquer tipo de dúvida.

Mecanismos de Procrastinação

Superando a Procrastinação

Para superar a procrastinação, é essencial abordar as causas subjacentes:

A procrastinação nos estudos é um desafio, mas entendendo suas causas e colocando em prática algumas estratégias, você vai conseguir lidar melhor com ela. Muitas vezes, o que nos ajuda a superar a procrastinação é ter alguém nos motivando e mostrando o melhor caminho. Se você acha que isso pode funcionar pra você, entre em contato com a Plano A. Nós temos aulas de inglês para te passar o passo-a-passo do inglês e também cursos de Mentoria, ou seja, um personal trainer da fluência! Vem com a Plano A que é sucesso!

Quem nunca decidiu que iria começar a usar Duolingo para aprender um novo idioma que atire o primeiro dicionário! Por se tratar de um aplicativo gratuito (e extremamente popular), essa acaba sendo uma prática bem comum. Mas será que funciona mesmo? Bora conversar sobre isso!

O que é o Duolingo?

Duolingo é uma plataforma de aprendizado de idiomas que usa gamificação para tornar o processo muito mais divertido e envolvente. A proposta do app é que você tenha uma prática pequena porém constante. Para aprender efetivamente com Duolingo, é necessário comprometimento e disciplina.

Pontos positivos

Duolingo é um recurso útil para aprender um novo idioma. Apesar de haver muitas coisas legais na versão paga, é super possível utilizar a versão gratuita de maneira satisfatória.

A corujinha verde, mascote e símbolo do aplicativo, sempre te lembra de fazer as atividades para que você consiga manter a constância de estudos.

Além disso, por se tratar de uma proposta gamificada de estudos, é uma ótima forma de utilizar seu tempo na sala de espera do médico, enquanto seu café fica pronto, no ônibus, a caminho da escola ou trabalho, etc.

Ah, e não posso deixar de comentar da infinidade de opções de línguas disponíveis no aplicativo! Eu mesma utilizei a plataforma pra aprender húngaro, mas já já te conto mais sobre isso.

Pontos de atenção

Apesar de suas vantagens, nem tudo são flores. O Duolingo tem algumas desvantagens, como a falta de interação com professores, a ausência de aulas de conversação e a falta de explicações sobre o uso gramatical da língua aprendida. As vozes geradas por computador também deixam a desejar, pois não são de professores ou falantes nativos.

É importante lembrar que nenhum método ou plataforma pode substituir completamente o processo de aprendizado que ocorre através da prática diária, da interação com falantes reais, e da exposição constante ao idioma em diferentes contextos. O uso de uma ou mais plataformas de aprendizado deve ser complementado por estudo independente, prática de conversação, e uso do idioma no dia-a-dia.

Minha experiência com o Duolingo

Lembra que eu comentei que tentei aprender húngaro pelo Duolingo? Pois é. Eu queria testar a plataforma para ter a mesma experiência que um aluno iniciante de inglês teria. Porém eu já falo inglês, alemão e espanhol; também entendo alguma coisa de italiano e francês.

Meu sonho sempre foi aprender russo, mas queria testar com uma língua que eu não conhecesse absolutamente nada e que tivesse o mesmo alfabeto que o nosso, por isso escolhi o húngaro.

Fiz aulas durante todos os dias ao longo de um mês. No começo, fazia tudo diretamente no aplicativo, no entanto, estava achando bem difícil, por isso comecei a anotar as coisas num caderninho.

Eu também aprendi diversas palavrinhas e conseguia realizar as atividades propostas, maaaaaasssss ficava extremamente frustrada porque tinha dúvidas e não tinha para quem perguntar. Sim, a comunidade de alunos pode te ajudar, mas imagino que todos ali estivessem no mesmo barco que eu, né.

O meu objetivo (como da maioria dos alunos) é falar, e eu definitivamente não cheguei nem perto de começar a desenvolver essa habilidade através do app.

Resumindo

Em suma, o Duolingo é um excelente recurso para aprender um novo idioma, especialmente para aquisição de vocabulário e reforço de estruturas gramaticais. mas ele não deve ser a única ferramenta usada. Uma abordagem equilibrada e variada para o aprendizado de idiomas, que inclui tanto o uso de plataformas digitais quanto a prática em situações da vida real, é o que vai te levar de verdade ao encontro da fluência.

Agora que você já sabe que o Duolingo pode sim ser uma boa ferramenta, que tal aliar o app a aulas ao vivo e personalizadas para os seus objetivos? Entra em contato com a Plano A pra saber mais.

Dominar o inglês pode ser até mais valioso no seu currículo do que um conhecimento técnico perfeito, afinal de contas, as empresas sempre oferecem treinamento quando os colaboradores entram na empresa para garantir que a parte técnica esteja em dia.

Talvez por isso, parece que virou até crime abrir uma vaga de emprego e não adicionar “inglês fluente” como pré-requisito, não é mesmo? E ao mesmo tempo que isso se torna mais comum, a definição do que seria de fato “inglês fluente” vai ficando cada vez mais frouxa. Se eu te perguntasse agora o que isso significa, você saberia responder?

Pois então, cada empresa tem uma definição do que esperam quando dizem “inglês fluente”, e isso é bem complicado para quem está interessado na vaga em questão! Mas e aí, quem é responsável pela banalização do termo “inglês fluente”?

As empresas

Com certeza há empresas que demandam proficiência em inglês de seus colaboradores, pois eles irão se relacionar diretamente com um ou mais estrangeiros, seja presencialmente, por telefone ou videoconferência (leia mais sobre isso aqui).

Porém, muitas outras empresas querem vender a ideia de que todos os seus funcionários são altamente capacitados, e “inglês fluente” é uma métrica que todos entendem (ou fingem entender! Haha).

Os candidatos

No Brasil, existe uma regra não dita de que você deve inflar de um a dois níveis os seus conhecimentos de língua estrangeira no currículo. Sabe meia dúzia de palavras? Inglês intermediário. Fez um semestre de aulas? Inglês avançado. Consegue contar o que comeu ontem? Inglês fluente.

Daí o candidato aplica pra diversas vagas e fica perdendo tempo em processos seletivos que nunca vai passar pela falta de uma exigência básica da vaga. Por outro lado, a empresa perde muito mais tempo e dinheiro avaliando uma quantidade enorme de candidatos que parecem ter o perfil correto, mas não têm. Para tentar sanar o problema de candidatos com menos nível de proficiência do que gostariam, as empresas colocam na descrição da vaga uma palavra que julgam ser o maior grau de conhecimento de um idioma (falamos mais sobre fluência aqui). 

As escolas de idiomas

Como professora de formação, fico muito triste quando vejo pessoas ou escolas que só estão atrás do seu dinheiro, sem se importar se você vai de fato aprender. Para isso, inventam qualquer história mirabolante de que você vai sair fluente em 15 dias e que as escolas de idiomas têm um complô para fazerem você ficar pagando cursos por anos…Eles usam o termo “inglês fluente” como se fosse vírgula. Quando você ouvir algo assim, fuja pras colinas porque é cilada, Bino!

Mas mesmo as escolas sérias prometem que a metodologia delas vai “do básico ao avançado”, sendo que muitas não entregam o que prometem (falamos mais sobre isso aqui). 

Mas uma coisa é fato, a língua inglesa vai ser cada dia mais essencial. A popularização do trabalho remoto vem permitindo que muitas pessoas ganhem melhor sem precisar, necessariamente, deixar o país. Essa tendência só tende a aumentar, por isso, caso o seu inglês ainda precise daquele trato, entre em contato com a Plano A. Nós temos professores totalmente capacitados e dedicados a levar você até o seu objetivo! 

Quantas vezes você já achou curiosa uma estrutura em inglês porque ela era bastante diferente do português?

Pois saiba que você não está sozinho! 

Como estamos aprendendo todo um conjunto novo de regras, é natural que algumas coisas sejam diferentes do que já conhecemos da nossa língua materna, por isso separamos aqui algumas coisinhas para você prestar atenção quando for estudar ou falar em inglês. Bora!

Vocabulário

“Nossa, jura?!” Calma que eu explico.

Acontece que o inglês é uma língua germânica, enquanto que o português é uma língua latina. Isso quer dizer que inglês e alemão têm diversas palavras que se assemelham, já o português tem mais similaridades com espanhol, francês e italiano. Por isso que, para nós, aprender espanhol parece muito mais fácil do que uma língua de outra “família.”

Embora boa parte do vocabulário inglês seja de origem germânica, muitas palavras se originam de outras línguas, sendo parte delas, do latim. No entanto, essas palavras tendem a ser um pouco mais rebuscadas (para falantes nativos de inglês) e mais usadas em contextos formais ou na escrita.

Você tem dificuldade em memorizar palavras novas em inglês? Então dá uma olhada nesse texto aqui! 

Pronúncia

Em inglês, há várias inconsistências ortográficas; o mesmo som é escrito de diversas formas diferentes, muitas letras não são lidas…olha só esses exemplos:

Todas elas são lidas com som de “a”. Louco, não?

Isso tudo seria resolvido com uma reforma ortográfica. Se a reforma acontecesse, a representação dos sons poderia ser simplificada e muitas exceções seriam eliminadas. Essa proposta enfrenta muita resistência, então não espere ver isso acontecendo logo. Para descobrir a pronúncia das palavras em inglês, veja essas dicas! 

Ordem das palavras

A estrutura básica de frases na língua inglesa não foge muito do que conhecemos em português. Frases simples como “Eu sempre vou a um restaurante aos sábados” podem ser facilmente transportadas para o inglês como “I always go to a restaurant on Saturdays.”

Mas é lógico que há alguns detalhes que são diferentes do português; esse é o caso dos adjetivos em relação aos substantivos, ou seja, quando queremos dizer “casa pequena”, falamos “small house” (small=pequena, house=casa).

Por conta disso, os teachers sempre recomendam que você entenda o sentido das frases, sem tentar traduzir tudo ao pé da letra.

Gênero e número das palavras

Em português (e também em várias outras línguas), as palavras têm gênero; por isso dizemos “a casa”, “o quarto”, “a bicicleta”, “o Sol”… mas no inglês isso é MUITO diferente.

Em inglês, é possível usar a mesma palavra para se referir a qualquer gênero. O substantivo “teacher”, por exemplo, pode ser traduzido como “professor” ou “professora”. “Short” pode ser “baixo/baixa/baixos/baixas”. É claro que sempre têm algumas exceções, mas em 99% dos casos, essa ideia se aplica 🙂

Aliás, vale mencionar que a língua inglesa tenta ao máximo não ser redundante. Vamos usar o adjetivo “beautiful” como exemplo. Em português, temos quatro formas de dizer essa palavra:

Nós precisamos fazer diversos ajustes para que tudo fique gramaticalmente correto em português. E em inglês?

Em inglês, você só precisa mostrar no substantivo se algo é singular ou plural. Não é muito mais fácil?! 

Uso de verbos

Em relação aos verbos, há muito menos formas de se conjugar do que em português. Mas os verbos em inglês têm algumas particularidades que confundem a cabeça dos alunos:

Sempre com sujeito: tudo tem seus prós e contras. O inglês é uma língua mais simples quando se trata de conjugação, por exemplo, então o verbo “go” (ir) no passado é conjugado da seguinte forma:

Simple past

I went

You went

He went

She went

It went

We went

You went

They went

Mas se eu montar a frase “Went to the movie theater”, é impossível entender, pois como “went” é usado para todas as pessoas (I/you/he/she/it/we/they), você não é capaz de saber de quem estou falando. Por isso, sempre devemos mencionar o sujeito (She went to the movie theater – ela foi foi teatro). 

Verbos auxiliares: que atire a primeira pedra quem nunca se confundiu ao fazer uma pergunta ou frase negativa e esqueceu de colocar o famigerado “do”. Frases como “Do you like pizza?” e “he doesn’t work here” causam pesadelos!

Present perfect: por onde começar? Essa talvez seja a maior pedra no sapato de todo mundo que está aprendendo inglês pelo simples fato de esse tempo não existir em português. Pra gente, acaba sendo uma coisa muito abstrata, difícil de absorver e de usar.

Tá, mas como eu uso tudo isso do jeito certo então? Nós já demos algumas dicas nesse texto aqui, mas evite ficar só focando nas regras gramaticais. Preste atenção em filmes, séries, textos e até no seu professor, pra ver como as pessoas falam, e tente repetir sempre que possível. Ah, e claro, nada de vergonha pra falar, hein! Se joga nas conversas!

Eu diria que essas são as principais diferenças entre o inglês e português, mas aprender uma língua envolve muito mais do que, simplesmente, ficar se apegando a regrinhas. Aqui na Plano A, o nosso foco é na comunicação; o mais importante é fazer o aluno de fato conseguir se comunicar nas situações que precisa, e pra que isso aconteça, a gente monta aulas específicas pra cada aluno. Quer saber como destravar e sair falando? Então entra em contato, vamos bater um papo! 

Você já verificou quantas horas por dia passa nas redes sociais? Se sim, tenho certeza que ficou chocado(a) com o número, não?!

Mas já que uma boa parte da sua atenção é dedicada a esses aplicativos, que tal usar isso como estratégia para aprender inglês?

Vem com a gente e dá uma olhada nessas dicas de como aprender inglês pelo Instagram!

Elas existem nas redes sociais por um motivo muito importante: os criadores de conteúdo querem ser encontrados por você! E se eles andarem na mesma rua que você anda, fica muito mais fácil!

Sempre sugerimos que você siga hashtags que tenham a ver com gostos seus e que não necessariamente tenham a ver com aprender inglês, como por exemplo #makeup #books #rockmusic.

Mas também é possível seguir hashtags mais direcionadas, como #aprenderinglesnoinstagram #dicasdeingles #pronunciation #intercambionoseua.

Quanto mais hashtags você seguir, mais diverso vai ser o seu feed do Instagram. E a melhor parte é que, após selecionar as hashtags que quer seguir, é só rolar o feed que o Instagram faz todo o trabalho pra você! Então, em meio a memes e vídeos do Reels, você também vai ter dicas de inglês sem nem se esforçar. Legal, né?

Após seguir as hashtags que te interessem e começar a receber essas dicas no seu feed, o próximo passo é…

Ao fazer isso, você vai turbinar o seu feed com conteúdos ainda mais direcionados pra você. Quanto mais você se engajar com o conteúdo que você gosta (curtindo o conteúdo, salvando ou compartilhando), mais certeiro o Instagram vai ficando em te mostrar mais conteúdo que você gosta – então não economiza no like, hein!

Selecionamos abaixo algumas sugestões de perfis para você seguir:


Plano A – Dicas de Inglês (e cursos de idiomas)

BBC Learn English – Dicas de Inglês

Aprendendo Inglês – Dicas de vocabulário

Greengo dictionary – Dicionário de expressões brasileiras

The Language Nerds – Frases

Weird History – Fatos históricos estranhos

ABC News – Notícias

New York Times – Notícias

Tenho certeza que essas dicas vão te ajudar a passar mais tempo em contato com o idioma; aos pouquinhos, o inglês vai se tornando algo natural para você!  

Caso queira aquela ajudinha extra e esteja procurando um professor para te levar ainda mais longe, entra em contato com a gente! Aqui na Plano A, o nosso objetivo é sempre o sucesso do aluno.

O seu cérebro também buga quando o professor começa a falar gramatiquês? 

Embora você não precise saber os nomes referentes à gramática (pronome, advérbio, conjunção…), é essencial que você entenda como usar cada uma dessas categorias de palavras.

E foi pensando nisso que criamos um guia mega completo de pronomes em inglês! Bora?

O que é um pronome?

Um pronome (pronoun) é uma palavra de referência que é usada no lugar de um…nome! Na verdade, o pronome é usado como referência a nomes de coisas, pessoas, animais, qualidades (adjetivos) e até mesmo como referência a uma frase inteira. Olha só esse exemplo:

Pronomes masculinos, femininos e neutros

Vale mencionar que, gramaticalmente em inglês, a ideia masculino, feminino e neutro é bem delineada. Devemos nos referir a mulheres através do pronome she, a homens através do pronome he, e a animais ou coisas através do pronome it. Isso significa que não existe “A mesa = ela” ou “O carro = ele”; é tudo “it”.

Subject pronouns

Eles são um tipo de pronome que equivale ao sujeito da frase. Mas calma, não vai embora! Vou explicar o que isso significa! 

Primeiramente, eles costumam aparecer no início da frase e antes do verbo:

O verbo é a ação que está sendo executada; no caso desse exemplo, é amar. Quando você pergunta “quem ama?”, você está buscando o sujeito da frase, o fulaninho que realiza a ação de amar; ou seja, “John”.

Mas John é o nome do fulaninho, então se você quiser se referir a ele sem usar o seu nome, é só usar um Subject Pronoun.

Então a frase ficaria assim: “He loves Jessy.”

Veja alguns exemplos de uso dos subject pronouns abaixo:

Object pronouns

No exemplo anterior, temos John que é o sujeito; ele faz algo (amar), mas também temos outra pessoa, a Jessy.

A Jessy não faz nada na frase, ou seja, ela não é o sujeito; ela apenas recebe algo.  A essa função na frase, damos o nome de “objeto” – Jessy é o objeto da frase.

Também podemos substituir o nome dela por um pronoun, mas ele será de uma categoria diferente, será um Object Pronoun.

Ou seja, a frase “He loves Jessy” se tornaria “He loves her”.

Observe algumas frases de exemplo com object pronouns a seguir para compreender melhor:

Possessive adjectives

Ué, adjetivo? Sim! Os possessive adjectives claramente não são pronomes, mas são irmãos dos pronouns, então resolvemos colocar aqui junto! 

Adjetivos são qualidades, palavras que definem um substantivo. Se eu só disser “the house” (a casa), você não sabe de qual das casas dessa rua eu estou falando; mas se eu disser “the blue house” (a casa azul), fica mais fácil. 

Isso significa que um adjetivo depende de outra palavra, é obrigatório ter um substantivo atrelado a ele. Já um pronome, pode ser usado de forma independente.

Veja essa listinha de possessive adjectives (lembrando que essas palavrinhas exigem um substantivo na sequência:

Confira algumas frases com possessive pronouns para entender melhor:

Possessive pronouns

Lembra que eu disse que os adjetivos sempre vêm atrelados a um substantivo? Pois é por isso que existem os possessive pronouns: eles são usados de forma independente! 

Eles costumam aparecer ao final de frases e orações, e são usados para evitar a repetição de palavras.

Reflexive pronouns

Atenção à palavra “reflexive”! Não te lembra algo como “reflexo/refletir”? Pois então! Essas palavrinhas são usadas quando o sujeito faz algo que recai nele mesmo. 

Você cortou a si mesmo com um pedaço de papel? Ela convenceu a si mesma que estava certa? Você prefere ir ao cinema com você mesmo? Entonces taca-lhe pau nesses pronomes com -self.

Veja alguns exemplos de uso dos reflexive pronouns a seguir:

Indefinite pronouns

Os pronomes indefinidos são usados para se referir a algo ou alguém sem, necessariamente, especificar do que você está falando. TODAS as palavras a seguir funcionam como singular.


Vale dizer que as palavras terminadas em body e one são usadas para pessoas, thing para coisas e where para lugares.

Demonstrative pronouns

Os pronomes demonstrativos apontam para algo, e essa coisa pode estar perto ou longe de você, pode ser uma coisa só ou muitas.

Os demonstrative pronouns são:

Confira a seguir alguns exemplos de frases com demonstrative pronouns:

Interrogative pronouns

Talvez você conheça essas palavras como “wh- questions”. Elas são usadas justamente para fazer perguntas, e vêm logo no início. Quando a pergunta tem um desses pronomes na frente, a resposta nunca será simplesmente “sim” ou “não”, porque você está perguntando sobre uma informação específica.

Confira abaixo algumas frases com interrogative pronouns:

Relative pronouns

O pronomes relativos são usados quando queremos fazer uma referência a coisas já mencionadas anteriormente. São eles:

Observe abaixo algumas frases com relative pronouns:

Ufa! Quanta coisa, não?!

Ter uma listinha completa como essa para você poder estudar e consultar quando quiser é sempre muito bom, mas lembre-se que pra ficar fluente, é só praticando!

Se você precisar da ajuda de um professor, entre em contato com a Plano A! Nós criamos aulas exclusivas para o SEU objetivo!

Para você que sempre ouviu falar sobre Certificados na Língua Inglesa e nunca entendeu muito bem o porquê deles, preparamos esse infográfico com os 4 principais benefícios de se ter um certificado de inglês.

Algo que é importante ressaltar é que cada prova é diferente: com regras de aplicação, habilidades avaliadas e tempo de validade distintos. Vale muito a pena se informar sobre qual é a melhor prova para o seu caso junto ao seu departamento acadêmico, à universidade à qual decidiu ir ou, caso esses não sejam o seu caso, entre em contato com a gente que a Plano A terá prazer em te ajudar!

Vamos ao infográfico:

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Fonte da Pesquisa Catho