Esse título de blog tem tudo para ser um convite para conhecer um novo cosmético, né? Mas olha, ouso dizer que é bem melhor que isso, viu?

Sem muito suspense, Shadowing, que deriva da palavra “Shadow” em inglês que significa “Sombra” nada mais é do que uma técnica em que você se torna a sombra de um falante nativo.

Nossa, quê?

Bem, basicamente você vai imitar o que aquele nativo disser do jeitinho em que ele disser.

É uma técnica ótima que faz melhorar nossa pronúncia, aumenta nosso repertório de expressões e pode até melhorar nosso inglês de uma forma global uma vez que você pode estar ali incorporando novos termos e até onomatopeias bem intrínsecas do idioma. Legal, né?

Vou te contar uma coisinha: a gente faz muito isso em português sem notar (ou pelo menos sem dar a devida atenção). É comum estarmos assistindo alguma coisa na nossa língua e, ao ouvirmos um certo sotaque diferente, repetirmos para vermos se conseguimos repetir aquele sonzinho daquela mesma maneira que estamos ouvindo. Quer fazer um teste?

Pense no sotaque carioca. Aquele mêixmo.

Veja o vídeo abaixo e sinta-se com vontade de repetir junto.

https://www.youtube.com/watch?v=Cn1-rqOxDVU&ab_channel=OFant%C3%A1sticoMundodoFlow

Isso acontece porque somos movidos por vários fatores, sejam eles o desafio, empatia, comparação e por aí vai. Isso é natural da nossa formação linguística, então por que não transportaríamos para o inglês, certo? 

Ao ouvirmos um trecho, uma expressão ou até mesmo uma frase em um seriado ou programa, você pode pausar e tentar repetir exatamente como ouviu. Eis que temos o tal Shadowing.

E essa repetição não se dá uma vez só, não! Você pode pausar e voltar diversas vezes até se convencer de que aqueles sons que você está ouvindo saindo da boca do nativo e da sua estão similares ou até mesmo iguais.

Trouxemos aqui 4 dicas por meio das quais você pode praticar o Shadowing hoje mesmo. Bora lá?


1) Escolha um áudio ajustado ao seu nível

Nada de tentar começar com um vídeo em que o falante nativo fale rápido como o Eminem e nada de pegar um vídeo a esmo. É importante ter em mente que na técnica do Shadowing, entender o que está sendo dito importa. Obviamente, você não precisa compreender 100% das palavras ditas, porém pelo menos o gist, ou a ideia geral do áudio, precisa ser percebida enquanto você aplica a técnica.

Boas fontes para Shadowing são:


2) Escolha trechos menores

A ideia aqui não é sair imitando tudo sem freio e só parar no final. Até porque, você pode vir a tropeçar aqui e ali e isso pode dar aquela desmotivada. Pensando nisso, pegue leve. Comece primeiro por expressões.

O importante aqui, é trabalhar a naturalidade de como essas expressões saem da sua boca e a pronúncia usada. Um shadowing bem feito é aquele em que o praticante se atenta a cada detalhe e pratica duas, três vezes até obter um som bem fiel ao que ouviu.

3) Tenha um objetivo claro e definido

Você tem mais interesse em ganhar vocabulário, dar aquela polida nas suas estruturas gramaticais, trabalhar a pronúncia, adquirir expressões ou exercitar a naturalidade do seu discurso? Ah, tudo isso?

Pois bem, mas vamos com calma: cada coisa ao seu tempo.

Tendo um objetivo em mente por vez fará com que sua prática de Shadowing seja mais eficiente.

Você pode focar, por exemplo, em “Como fazer perguntas de maneira mais natural” e ouvir e repetir diversas vezes. 

4) Atenção para o sotaque do nativo

Isso pode ser bem determinante para o sucesso do seu Shadowing. Nós, brasileiros, estamos muito mais em contato com o inglês americano do que com qualquer outro e isso é um pouco limitante no que se refere à variabilidade da nossa compreensão de Listening (falo por experiência própria, inclusive!).

Então, ao escolher um vídeo para praticar, atente-se para o sotaque das personagens envolvidas nas cenas para que isso não prejudique sua compreensão. Veja bem, não estamos dizendo aqui que você não deve se expor a outros sotaques que não o americano. Estamos só dando essa dica de forma a evitar possíveis frustrações, caso não entenda o que costumeiramente entenderia, no sotaque que já está acostumado.

E aí, curtiu essa dica? Que tal dar uma praticada hoje mesmo?

Separe uns 5 minutinhos do seu dia e pratique como uma forma de se divertir!

Eu mesma me divertia muito imitando o Batman em jogos de PlayStation que eu jogava há alguns anos. Isso por conta da voz grave dele e isso me fez aprender várias expressões e naturalizar o som do meu inglês. Brincando!

Aliás, os nossos cursos aqui na Plano A são montados e sequenciados de maneira a priorizar não só que nosso aluno aprenda, mas que se divirta no processo. Isso é muito importante pra gente. Gostaria de conhecer nossas soluções? Clique aqui

Suor escorrendo pela testa, tremedeira, boca seca, sensação de desmaio…

É Insolação? Dengue? Nada: esses são os sintomas que antecedem o “Enviar” de um e-mail.
A incerteza de ter escrito “A capivara está comendo pipoca” em vez de perguntar por mais detalhes sobre aquela vaga de emprego que te foi oferecida por uma empresa gigante que exige inglês como requisito; o medo de ter mandado um “nóis fumo e nóis vortêmo” para aquela revista científica no corpo do e-mail ao enviar o seu projeto… nós entendemos bem como é isso. Nós já passamos por isso.

A verdade é: para o corpo do texto em si você pode contar com um serviço de revisão simples. Aliás, você pode contar com a gente para isso. Dá uma conferida aqui.  

Mas você pode contar com algumas dicas mais pontuais e fixas que são replicáveis e que dão aquele toque de “Ah, essa pessoa manja, hein?”.

Nós separamos 5 dessas dicas e resolvemos trazer aqui pra vocês, bora?

1) Apresente-se

O inglês é cheio de pompas com textos “fixos” como são os e-mails. Então, não deixe de iniciar com uma saudação adequada:

Lembre-se de que em inglês, tratamos as pessoas pelo sobrenome. Ah, e o pronome de tratamento adequado pode variar de acordo com o estado civil para as mulheres, no entanto, convencionalizou-se o uso de “Mr.” e “Ms.” para não ter erro.

Esse último (nosso equivalente direto do “A quem interessar possa”) é o mais impessoal de todos e bem por esse motivo bem usado.

2) Mencione um e-mail anterior, caso exista

Caso você queira começar o seu e-mail agradecendo a resposta que te enviaram antes, mande um:

           “Thank you for your (prompt)* reply”

           “Thanks for getting back to me” (mais informal)

Dica: só insira o “prompt” (“rápida”, “pronta”) caso você realmente tenha achado que a resposta da pessoa foi rápida ou você soará irônico!

3) Mostre ao que veio

O inglês tem como característica e principal diferença do português, o fato de ser direto ao ponto e isso é muito apreciado. Então, comece o corpo do e-mail assim:

            “I am writing in reference to…”

            “I am a sales representative looking to schedule a meeting with…”

           “I am writing to apply for…”

Ah, é importante dizer que muitas dessas palavrinhas-chave devem constar no Assunto do seu e-mail:

           “Application for a job position in ____”;

           “Schedule a meeting with ____”;

4) Faça uma conclusão

A conclusão deve ser encarada de duas maneiras: como mais uma forma de mostrar quão educado você é e de dar mais uma chance de o leitor pegar o seu intuito. Você só tem a ganhar com isso, então invista:

           “Thank you for you time”;

           “Thank you for your interest”;

           “I truly appreciate your consideration”;

E já aproveite o embalo para mandar:

           “If you have any concerns, please let me know”;

          “If you happen to have any questions, I’ll be glad to have them clarified”;

5) Despeça-se

Você se apresentou, disse ao que veio, concluiu e agora é a hora de colocar a cerejinha do bolo. Como dissemos lá no começo do texto, esses textos fixos do inglês são cheios de pompas, logo, tudo é importante. De ponta a ponta:

           “Best regards”

           “Thank you”

           “Faithfully”

          “Sincerely”

Os dois últimos são os mais formais dessa lista e provavelmente ela já é suficiente para fechar uma variedade boa de e-mails com qualidade.

E é isso! Você terá seu lindo e-mail padronizado da maneira como deve ser.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a gente! 

Sempre que o ENEM vai chegando perto rola aquela ansiedade e correria com revisões vão a mil, né?

A prova em si não é só um teste mental, como também é físico: 180 questões e uma redação! Ainda que separados em dois dias, haja concentração e coluna, hein?

Mas uma coisa que passa em branco nas exigências dos estudos para o ENEM é a prova em idioma estrangeiro.
“Ué, como assim ‘passa e branco’?”
Você consegue encontrar tantos guias com dicas de estudos em inglês (e espanhol) como consegue das outras competências? Já começa por aí.

E depois, maior parte dos guias vem e joga assim:

“É importante ter conhecimento prévio”.

“Faça intertextualidade”;

“Leia trechos menores, em vez de o texto todo”.

Com o perdão da rebeldia, essas são dicas vagas que, apesar de poder abrir seus olhos para o que a prova está querendo extrair de você, não ajuda de fato.
Em termos mais simplificados, é como esses guias te guiassem (há!) para um longo corredor totalmente escuro: você caminha naquela direção tateando o ar procurando qualquer coisa na qual possa se apoiar. E mesmo se as encontrar, o que são elas? Como elas podem te ajudar?

E é aí que entra a Plano A!

Separamos aqui 4 tópicos de gramática que podem te ajudar a se achar na prova:

Reported Speech

Esse carinha aqui é o nome dado àquele mecanismo de reportar o que outra pessoa disse. Veja:

“I am running late.” – said Mom

Reported Speech: “My mom said she was running late.”


Como esse tópico é útil?

Em alguma questão (ou em mais de uma), pode ser exigido que você reporte o que foi dito anteriormente:

(Fatec/2002) Considere a frase “It’s a perfect setup for heart disease and diabetes, says Stampfer.” Assinale a
alternativa em que a transposição dessa frase para o discurso indireto está correta, completando a frase a seguir.

Stampfer says ______________________________

a) it was a perfect setup for heart disease and diabetes.
b) it is a perfect setup for heart disease and diabetes.
c) it has been a perfect setup for heart disease and diabetes.
d) it had been a perfect setup for heart disease and diabetes.
e) it will be a perfect setup for heart disease and diabetes.

Resposta: b

Dica: Para estudar esse conteúdo com qualidade, além do Reported Speech, treine bem o Verb Tense Backshifiting, que é quando um verbo muda de tempo ou não. Essas regrinhas valem ouro!

Pronouns

Essas são palavras que usamos para nos referir a objetos, animais, pessoas, lugares e tudo mais que você precise se referir. Eles se comportam muito como o português, mas precisa tomar cuidado, porque no inglês eles podem ser meio traiçoeiros:

“My dogs are thirsty! I am going to get THEM some water”

(“THEM” está se referindo a “dogs” que, apesar de ser um animal, está no plural e por isso não pode ser substituído por “It”).

Como esse tópico é útil?

Em muitas perguntas do ENEM, existem trechos contendo pronomes e ele pode exigir que você identifique ao quê essas palavras estão se referindo:

(UFV/1996) A palavra THEY na seguinte sentença “Personality questionnaires were sent out to
more than 2000 men and women without prior selection; when THEY returned, the birth dates
 were noted and the results were put through a computer.” se refere a:

a) results
b) men
c) questionnaires
d) birth dates
e) women

Resposta: c

Dica: para encontrar mais material sobre isso na Internet, você pode procurar por Subject and Pronoun Agreement (Concordância pronominal) e estudar os outros tipos de pronome que não só o pessoal. São eles: Possessive pronouns, Possessive Adjectives, Object pronouns e Reflexive Pronouns.
Todos esses poderão te ajudar na prova! Para um guia completo de pronomes, clique aqui!

Passive Voice

A voz passiva muda o foco do que está sendo dito não para o autor da ação e sim para o que foi feito:

“William Shakespeare wrote ‘Hamlet’.” – Voz Ativa (foco no autor da ação).

“‘Hamlet’ was written by William Shakespeare.” – Voz Passiva (foco no que foi feito).

Como esse tópico é útil?

Esse é uma estrutura tipicamente jornalística. Ao se deparar com uma questão com um tom mais jornalístico, é bom estar antenado:

(Cesgranrio/2016) Escolha a alternativa que contém Voz Passiva:

a) “The oil and natural gas industry has developed and applied…”
b) “Other segments of the industry have benefited from technological advances as well.”
c) “Also, new process equipment and catalyst technology advances have been made very recently…”
d) “The industry is committed to investing in advanced technologies…”
e) “Gas hydrates could be an important future source of natural gas…”

Resposta: c

Dica: Estudar a Voz Passiva em TODOS tempos verbais. Essa estrutura (to be + verbo no particípio) se estende para o presente, passado e futuro. Ah, e é legal também dar uma decorada nos verbos do Particípio Passado, Eles são parte essencial aqui!

Articles 

Talvez um dos mais chatinhos da lista, esse tópico tende a conflitar com o português, porque aqui a gente usa o artigo pra tudo e já no inglês, não:

Português: A Fernanda está feliz!”

Inglês: “Fernanda is happy!”

Como esse tópico é útil?

É comum que haja questões que cobrem o uso de artigos, tanto definidos quanto indefinidos:

(MACK-SP/2010)

Paul, _____ doctor, was _____ first person in _____ city to swim in _____ Mississipi River on
_____ tenth of _____ October, 1970 and in ____ Lake Michigan in _____ 60s.

a) an – the – the – the – the – X – X – the
b) a – X – the – the  – the – the  – X – the
c) the  – the – X – the – the – X – X – the
d) a – the – the – the – the – X – X – the
e) a – the – X – the – X – X – the – X

Resposta: d

Dica: o uso mais confuso é justamente quando não se usa o artigo. Vale a pena dar uma estudadinha nas regras todas e praticar bastante, porque, como eu já disse, esse tópico é chatinho.

E chegamos aqui ao final dessa listinha que, vai por mim, pode te ser de enorme ajuda na hora da prova.

Foque seus estudos para não se perder em meio a tanto conteúdo e lembre-se: leia primeiro a pergunta para depois caçar a resposta!

Se você chegou ao final dessa lista e ainda sente que precisa de uma ajudinha extra para se preparar para o ENEM, entra em contato com a gente!

Boa prova! 

Break a leg! 

É bem verdade que as pessoas adoram dizer que “música é um grande aliado no aprendizado de línguas”, não é mesmo. Ainda mais se tratando do inglês!
Mas também é verdade que essas mesmas pessoas nunca te falam como.

Afinal de contas como eu posso aprender músicas em inglês?

Apesar de eu mesma ter aprendido muito do que eu sei em termos de vocabulário e pronúncia com músicas, para mim parecia algo tão natural que eu não via a dificuldade dos outros. Porém, ao começar a dar aula e conhecer um pouco das queixas dos alunos, percebi que não é tão natural assim para todo mundo e que umas dicas seriam de grande ajuda.

Então, cá estou trazendo 4 dicas imperdíveis de como aprender inglês por meio de músicas!

1) Acompanhe a música a letra

Parece a dica mais simples e de fato é! Mas qual o benefício?

Ao associar o que estamos ouvindo ao que estamos lendo, conseguimos pegar detalhes da pronúncia bem como conseguimos dar sentido àquilo que estamos ouvindo. Isso desde os níveis mais básicos do inglês.

Vamos a um teste:

https://www.youtube.com/watch?v=LYduJw5LyFM&ab_channel=Madonna

A letra do começo da música:

“Do I have to change my name?
Will it get me far?
Should I lose some weight?
Am I going to be a star?”

Você pode extrair daqui:

E esses são somente os 4 primeiros versos da música. Quanta coisa boa você não pode arrancar de uma música de 3 minutos de duração?

2) Monte um Glossário

Quando estamos aprendendo uma nova língua, é importante que anotemos as palavras novas que aprendemos e usemos em contextos que fazem sentido pra gente. Isso para promover a fixação da palavra na nossa memória, bem como o seu uso.

Com músicas, isso não é diferente!

Mantenha um bloco de notas no seu celular e vá anotando as palavras novas que encontra. Colocar numa frase ou mesmo tentar transcrever o trecho da música vai ser ainda mais útil!

Quer um exemplo?

https://www.youtube.com/watch?v=Gd9OhYroLN0&ab_channel=LinkinPark

Vá até o minuto 0:54

“There’s something inside me 
that crawls beneath the surface

Em um único verso, você poderia aprender 3 palavras novas:

CrawlRastejar
Beneath – Abaixo
Surface – Superfície

E, considerando que elas estão próximas, pode até sacar o sentido completo: “Há algo dentro de mim que se arrasta sob a superfície”. Legal, né?

3) Volte no tempo

Nossa, mas que dica é essa?!

Gente, vai me falar que vocês entendem 100% do que é dito pelos adolescentes de hoje. Se vocês disserem que sim, parabéns!
Mas se não entender (assim como eu), então pegue leve com as músicas mais novas, porque elas estão repletas de expressões e gírias  que podem causar muita confusão.
Observe:

“Nah walk up to the club like, what up, I got a big c*ck!
I’m just pumped, just bought some sh*t from the thrift shop
Ice on the fringe, it’s so damn frosty
The people like, Damn! That’s a cold ass honkey.
Rollin’ in, hella deep, headin’ to the mezzanine
Dressed in all pink, ‘cept my gator shoes, those are green
Draped in a leopard mink, girls standin’ next to me
Probably shoulda washed this, smells like R. Kelly’s sheets”

Essa é somente uma estrofe da música “Thrift Shop” do rapper Macklemore e o resto segue nesse naipe!

Sendo assim, prefira músicas mais antigas para contar com uma versão mais “limpa” do inglês e ser mais fácil para compreender e apreender informação! Uma boa dica, é:

https://www.youtube.com/watch?v=YkgkThdzX-8&ab_channel=johnlennon

4) Conte com ajuda extra

Você acha mesmo que em um mundo em que Apps dominam, nós os deixaríamos de fora? JAMAIS!
Existe o nosso queridinho Lyrics Training que conta com um modo de jogo de múltipla escolha e você tem que completar com a palavra faltante:

Além desse formato, existe o outro modo de jogo em que você digita o que está ouvindo e já pode ter uma prática legal de ortografia! É um desafio legal, envolvente e você estaria em contato com algo que gosta: suas músicas favoritas!

O catálogo é enorme e variado e você pode praticar em diferentes níveis de dificuldade.

Faça o download por aqui: IOS ou Android

Bom, galera. Ter como aprender inglês com música, tem, agora basta você dar uma chance e tentar! E se precisar daquela ajudinha extra de um professor, entra em contato com a gente!

Se você é como eu (Fernanda), curioso e que gosta de aprender um pouco mais sobre história, casos curiosos e fenômenos naturais, documentários é a sua praia, né?

E que tal associar os documentários ao seu aprendizado de inglês? Seria um sonho, não?

Isso é possível e aqui nesse post você encontrará 5 dicas de documentários por meio dos quais você poderá conhecer palavras novas, treinar a pronúncia e até pegar algumas novas expressões de várias áreas.

1) Minimalism: A Documentary About the Important Things – Netflix

Os amigos Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus trazem reflexões importantes sobre o comportamento excessivo que promove o desperdício do modelo capitalista e decidem viver de forma minimalista.

https://youtu.be/0Co1Iptd4p4?list=PLfNqk3ZJtafoYRkxzM0ZXZ_qYlAKlgySm

Desse documentário, você pode extrair: termos relacionados ao consumismo atual, à vida natural, comportamentos alimentares bem como outros termos relacionados ao convívio e interação humanos.

2) 13th – Netflix

Trata sobre a 13° Emenda da Constituição dos Estados Unidos que prevê a abolição da escravatura no país no século 19. É um documentário forte que trata de um tema atual e extremamente delicado.

https://youtu.be/K6IXQbXPO3I

Desse documentário, você pode extrair: termos relacionados ao sistema penal, jargões legais, leis e sobre questões sociais em geral.

3) The Disappearance of Madeleine MacCann – Netflix

Um documentário comovente e instigante sobre a investigação do sequestro da garota Madeleine MacCann de apenas 4 anos em 2007 em Portugal durante uma viagem em família.

https://youtu.be/tBnarCTOiCY

Desse documentário, você pode extrair: termos relacionados à justiça, sentimentos e interações humanas, técnicas de argumentação e de justificativa.

4) Icarus – Netflix

Esse documentário escancara um esquema generalizado de dopping entre atletas russos. As implicações chegam até ao governo! Não dá pra desgrudar os olhos da tela!

https://youtu.be/qXoRdSTrR-4

Desse documentário, você pode extrair: termos relacionados a esportes, à indústria de insumos esportivos e a leis desportivas.

5) Cheer – Netflix

Um documentário envolvente sobre o time de cheerleading multicampeão Navarro College Bulldogs Cheer dirigido pela técnica Monica Aldama, uma lenda na área. Trata sobre a transformação da vida de jovens por meio do esporte.

https://youtu.be/dhXRx_lva18

Desse documentário, você pode extrair: termos relacionados ao esporte em si (cheerleading), termos úteis para contar histórias e apresentar o nosso passado.

Ok, Plano A, mas como fazer esse estudo enquanto eu assisto?

Aqui vão algumas dicas:

Curtiu? Caso queira aquela ajudinha extra e esteja procurando um professor para te levar ainda mais longe levando em consideração os seus gostos pessoais, entra em contato com a gente! Aqui na Plano A, o nosso objetivo é sempre o sucesso do aluno.

Que leitura é uma grande aliada do aprendizado de línguas, isso já sabíamos, mas como a leitura pelo Kindle especificamente pode te ajudar?

Existem recursos e detalhes sobre o Kindle que não é todo mundo que é capaz de opinar, então nós, Fernanda e Alessandra, que somos assíduas usuárias do Kindle, resolvemos trazer um infográfico contendo as principais vantagens deste lindo dispositivo para quem está aprendendo inglês!

Além das vantagens acima, o que mais o Kindle conta com algumas outra vantagens:

E aí? Deu para ter um gostinho de como usar o Kindle de forma a otimizar (e até acelerar e complementar) seu estudos?

Nós, da Plano A, acreditamos firmemente que uma prática contínua e significativa para nossos alunos é o que faz com que eles de fato aprendam com qualidade e é por isso que sempre trazemos e dividimos dicas com vocês!

Olha, é bem verdade que todo contato que temos com o idioma promove aquisição. Umas mais que outras, mas a aquisição, por mais que tenha sido de somente uma palavrinha, é quase garantida.

“Ué, mas por que quase?” você se pergunta. 

E nós te respondemos: Porque depende muito de como você está se propondo a assistir!

Isso mesmo: depende da sua estratégia na hora de assistir a um seriado (ou filme, ou ao que for).

Mas quais são essas estratégias? Elas funcionam sempre? E pra todo mundo? Como eu posso aplicá-las de forma mais natural, sem parecer que eu estou de fato estudando?

Pois bem, meus caros, aqui você encontrará algumas dicas que você pode começar a aplicar hoje mesmo, então prepare seu bloquinho de notas e o controle, porque o “tu-dun” do Netflix vai ganhar uma nova roupagem!

 

1) Tenha uma meta ao assistir

Parece uma dica vaga, mas ao se propor assistir alguma coisa, por que não ter um objetivo claro (e alcançável, claro) até o final daquele episódio?

Um exemplo de meta é: Até o final do episódio, pegar pelo menos três novas expressões.

E, contando com legendas, você se atenta a atingir aquele objetivo.

Ah, e o mais legal é que você pode bater essa meta e então começar a assistir ao seriado do jeito que preferir.

Ah, e vale lembrar que “pegar três expressões” representa “anotar em algum lugar que você possa voltar depois e praticar”. Caso não o faça, sua memória dificilmente guardará as expressões com tanta qualidade como o faria caso você tivesse anotado e ainda deixado um exemplinho.

 

2) Repita os nativos

Eu duvido que você já não tenha passado por alguma cena de um seriado ou filme, ouviu alguma expressão e tentou repetir! DUVIDO!

E gente, mesmo que na brincadeira isso promove um bem danado: estamos afinando o nosso ouvido para a identificação e sons do outro idioma e estamos, ainda por cima, treinando a nossa pronúncia!

Ao assistir então, garanta que você repita algumas palavras ou expressões para que elas passem a compor o seu repertório de “novos sons”.

 

3) Use o “Language Learning with Netflix”

Essa é uma extensão do Google Chrome que permite que você insira as legendas em inglês e que você possa clicar em cima das palavras que não conhece para ter o significado/tradução na hora! Se liga:

Essa extensão com certeza é um achado por vários motivos, mas o principal é por permitir que você faça essa pesquisa de vocabulário muito mais fácil sem ter que necessariamente parar, anotar, procurar o sentido num dicionário online e por aí vai.

Para encontrar essa extensão incrível, clique aqui. É importante lembrar que essa extensão é somente para Google Chrome!

 

4) Evite seriados “complexos”

Caso você seja iniciante ou esteja nos níveis mais básicos do inglês, nada de pegar um seriado de época ou com terminologia muito específica como de advogados, detetives ou médicos. Os jargões que eles usam farão com que você fique frustrado na tentativa de pegar algo que possa lhe servir.

Sendo o seu nível no máximo intermediário (ou seja, B1) (se não souber seu nível de inglês, clique aqui) invista em sitcoms como é o caso de “Friends” e “How I Met Your Mother”.

Ah, e é bom lembrar que o país de produção do seriado também é relevante, porque temos tendência a estar mais acostumado com um sotaque do que com outros e isso pode fazer com que sua aquisição por meio de Listening não seja assim tão alta como poderia ser.

 

5) Recordar é viver!

Às vezes na tentativa de usar os seriados ao nosso favor para aprender inglês, acabamos nos distraindo com o enredo bombástico da série e deixamos o objetivo de aprender inglês por meio de séries de lado (às vezes, “pra trás”).

Uma boa dica então é re-assistir alguns agora prestando atenção no quê (e em como) é dito no seriado. Obviamente, isso é porque você já conhece a história e a chance de se distrair por conta disso será menor.

Visite aquele seu seriado cativo e use-o para aprender inglês. Garanto que o aprendizado será muito maior!

E aí, bora colocar essas dicas em prática?

Ponha a pipoca pra estourar que sua próxima aula de inglês está a um “Play” de distância!

Primeiramente, vamos a uma desmistificação: não é que nós não gostamos do Google Tradutor. A bem da verdade, é que até achamos uma ferramenta muito útil!

Porém, o importante mesmo é entender como usar essa ferramenta e é aí que mora o X da questão!

Você que está lendo, sabe como fazer um bom uso do Google Tradutor?

Se você leu e se questionou o que é “fazer um bom uso”, leia as dicas aqui embaixo para entender um pouco mais.

Para ficar tudo bem explicadinho, vamos dividir esse artigo em três etapas:

Como funciona o Google Tradutor?

Basicamente, o Google Tradutor é alimentado por uma rede neural que, numa linguagem bem simples, é como é chamado o processo de machine learning: a máquina, por meio de análise de centenas de milhares de documentos disponíveis na internet, acaba detectando padrões e, logo, aprendendo!

A rede neural conta com auxílio de inteligência orgânica, ou seja, humana e é por isso que está ficando cada vez melhor, percebendo nuances linguísticas e até mesmo inserindo tons e viés.

Usar ou não usar? Eis a questão!

O que nós, teachers da Plano A, dizemos é: Sim, use!

Mas como nem tudo que reluz é ouro, já embutimos o seguinte: Mas tenha critério de uso! 

Isso significa que sugerimos que você não conte com o Google Tradutor para:

Porque é aí que os erros começam a aparecer! O computador pode até te dar algumas outras sugestões, mas você terá de ter um determinado nível na língua para julgar qual será a melhor opção para o caso que você deseja.

Vamos a um exemplo:

Sendo a pessoa que pesquisou iniciante no inglês, como ela poderia escolher entre as traduções dadas?

É por isso que o contexto é importante: você receberia uma tradução muito mais acertada.
Além disso, existe também a questão de uso: será que uma dessas palavras exige uma preposição depois? Uma collocation?
Tudo isso tem de ser levado em consideração ou a sua produção fica uma colcha de retalhos!

“Ué, então não entendi. Você até recomendam o uso, mas depois jogam um balde de água fria. O que eu faço, então?”

E é aí que entra a terceira e última etapa desse artigo.

Quais são as alternativas?

As alternativas são simples e todo mundo já conhece (ou pelo menos já ouviu falar): os Dicionários Online!

A diferença primordial entre um tradutor online e um dicionário é que num dicionário, os termos foram escolhidos e validados por especialistas. Não nos leve a mal, mas sendo a mão-de-obra do Google Tradutor uma máquina e até qualquer pessoa que queira participar (Clicando em “Comunidade Google” nesse link , você pode propor ou validar traduções), mesmo algumas traduções não tão consagradas podem passar e você passar por algum aperto.

Além dessa diferença, o Google Tradutor não nos provê com exemplos como os dicionários. E, acredite, exemplos fazem toda a diferença.

Assim como no exemplo que demos ali em cima sobre o termo sem contexto no Google Tradutor, sem um exemplo fica difícil como colocar uma frase e fazer um bom uso, não?

Então, olha isso:

Esse é o Cambridge Dictionary.

Abundância de sentidos e ainda trazendo exemplos.

Já esse é o Word Reference

Diversos sentidos envolvendo expressões e ainda contando com exemplos.

Esse é o Michaelis

Mais uma infinidade de sentidos para você encaixar no seu texto!

Essas foram somente três dicas de uma lista quase infindável de bons dicionários com os quais você pode contar, caso o Google Tradutor não possa te ajudar.

É importante ressaltar que nós da Plano A acreditarmos que toda ferramenta que promova aprendizado é válida e que sempre levamos para sala de aula para que nossos alunos possam tirar o melhor proveito, porém sempre ensinando como lidar, já que as armadilhas não são tão explícitas assim…

Quer saber mais sobre como funcionam as nossa aulas? Entra em contato com a gente!

 

Fonte: 

https://www.independent.co.uk/life-style/gadgets-and-tech/news/google-translate-how-work-foreign-languages-interpreter-app-search-engine-a8406131.html

Muitas pessoas que já falam, escolas e professores dão diversas dicas do que deve ser feito para que o seu inglês se desenvolva e evolua para que um dia você se torne um falante proficiente como eles, certo?

Mas já pensou pelo lado contrário? Você já pensou sobre as coisas que não devemos fazer se queremos ter uma curva cada mais mais inclinada de aprendizagem?

Assim como qualquer outra coisa na vida que envolva um processo longo e dedicação (como exercícios físicos, por exemplo), existem dicas incríveis do que deve ser feito, mas também existem contra-indicações que devem ser levadas em consideração tanto quanto.  

Pois é sob essa perspectiva que decidimos trazer esse texto para você para você! Pegue essas 3 dicas do que pode fazer mal para o seu inglês.

1) Não se dedicar entre uma aula e outra

Considerando o contexto no qual estamos vivendo agora, é comum ouvir dos alunos que a linha entre casa, trabalho e escola esteja cada vez mais tênue. Isso de fato tem acontecido o que exige ainda mais organização e disciplina da parte do aprendiz. 

A falta de contato entre as aulas é um veneno quando se trata de aprendizagem, porque é esperado que o aluno entre em contato com o que aprendeu e pratique para que ele possa ter uma ideia do uso, das aplicações bem como das dúvidas que ele ainda tem sobre aquele conteúdo!

Aula é somente uma parte do processo. O resto depende muito do aluno e da sua dedicação.

2) Expor-se a um conteúdo de nível inadequado

Esse é um grande mal que atinge diretamente alunos de inglês.

Vamos a uma metáfora: suponhamos que você começou a estudar inglês há 6 meses. Dentro desses 6 meses você já aprendeu a se comunicar de modo bem básico se apresentando e falando sobre algumas coisas que estão ao seu redor. Você vai começando a se sentir cada vez mais confiante nas suas habilidades, porque afinal você está aprendendo!

E então, num belo dia você decide que quer praticar a sua leitura. E sem orientação nenhuma de um professor, você pega um jornal americano. Já na primeira linha da primeira matéria entende nada. Nenhuma palavra é conhecida.

E aí vem o grande problema: a frustração.

Nós, professores de idiomas, indicamos os melhores conteúdos e práticas sempre tomando cuidado com o nível e com a dificuldade que apresentam, para que você não se frustre.

“Nossa, mas a frustração tem um papel tão grande assim no aprendizado de idiomas?”

A resposta é sim. Gigantesco, nós diríamos.

É na frustração que o aluno sente em não entender nada ou quase nada de um conteúdo em inglês que ele tem a tendência de deixar a peteca cair e largar o curso de vez alegando que “inglês não é pra mim”.

Para evitar essa frustração, conte com um professor para indicar o melhor conteúdo para o seu nível.

Se não souber seu nível, faça um teste clicando aqui.

3) Não estipular uma meta realmente alcançável

Começar a estudar inglês sem ter um objetivo alcançável no que se refere aonde quer chegar e ao tempo que quer gastar fazendo isso é como entrar numa sala escura e caminhar tentando tatear qualquer coisa: você estará caminhando sem um rumo específico, logo a chance de se frustrar e largar o curso é muito alta!

Obviamente, isso se aplica a qualquer coisa que queira fazer/aprender, mas quando se trata de inglês, essa narrativa é muito comum, porque, no geral, pessoas estudam inglês por necessidade e não por hobby. E, não é por nada, mas fazer algo por obrigação e sentir que não está evoluindo é frustrante demais mesmo!

Ao começar um curso, defina uma meta atingível e caso não seja capaz, conte com o seu professor.

Para entender um pouco melhor sobre como traçar uma meta para os seus estudos, leia esse artigo

No final das contas, estudar um idioma envolve planejamento, foco e muita disciplina, mas o que faz diferença de verdade é ter prazer com que se está estudando (ou com quem).

A Plano A desenvolve cursos que se preocupam não só com o ensino do idioma como com o bem-estar do aluno para que ele associe o aprendizado a uma experiência prazerosa e relevante para ele.

Conheça nossas soluções!

É fato que “aprender uma língua” não indica conhecer TODAS palavras dela. Aprender uma língua é muito mais do que só isso e eu posso te provar:

(Essa metáfora não vai se aplicar a todo mundo, mas pegue a ideia geral, please!)

Imagine que num belo dia uma tomada na sua casa entra em curto-circuito.
Você não pode deixar pra lá, porque existe risco de incêndio (!), então você, um leigo em elétrica, liga para um amigo para te ajudar.
Ao chegar à sua casa, seu amigo te entrega diversos itens :um multímetro, uma chave de fenda, fita isolante,  um metro de fio verde, preto e azul…
Ele despeja tudo isso na sua frente e vai embora, porque ele está atrasado para um outro compromisso.

Só que o que você mal teve tempo de dizer é que você meramente conhece aqueles itens todos, mas não sabe como usar.

No mundo linguístico, isso representa conhecer centenas de palavras e não saber como colocá-las juntas para formar frases, ideias, contextos…
Então, a gente te pergunta: quão válido isso é pra você?

Nossa opinião é de que língua é um instrumento por meio do qual você constrói sentidos. Então, não importa tanto assim se você não tem um vocabulário tão extenso (pelo menos no começo). O importante mesmo é saber como explicar o que está tentando dizer.

E a notícia boa é que isso é uma questão de prática!

Se liga na dica abaixo:

Isso é um exemplo de um jogo muito famoso chamado Taboo que funciona assim: 

A palavra em destaque no topo da carta é a palavra que você precisa explicar e as palavras que estão embaixo são as palavras que você não pode usar. Você tem que dar um jeito para garantir que a palavra do topo seja explicada sem usar as palavras de baixo o que faz com que você tenha que contar com muito mais ferramentas do que somente vocabulário!

Essa é só uma forma de se praticar. Caso seja muito difícil dessa maneira, tente somente explicar as palavras sem restrições!

Uma coisa legal de pensar é que esse exercício já é algo natural para a gente no português: quando esquecemos o nome de algum objeto e temos que descrevê-lo para que alguém o pegue para gente! É exatamente a mesma coisa. 

O intuito desse post é dizer que você não deve se preocupar com o número de palavras que conhece e sim com como você se faz entender no idioma recorrendo a ferramentas muito mais importantes. 

Se você precisar da ajuda de um professor, entre em contato com a Plano A! Nós criamos aulas exclusivas para a SUA necessidade!