Podemos apostar que no ano passado, pelo menos uma vez, você passou por aquela situação que a oportunidade de falar alguma coisa com o seu inglês apareceu mas você só… travou! Sabemos bem como essas coisas acontecem, e você nem imagina o quanto isso é comum. Por isso batemos nessa tecla de destravar o inglês, e também por isso viemos nesse começo de ano pra te ajudar a fazer 2026 ser o ano que você finalmente destravou.
Segue aqui pra algumas das melhores dicas que temos pra vencer essa barreira!
- Ninguém fala perfeitamente, pra que se preocupar?
Um dos maiores vilões do travamento é essa sensação de que preferimos não falar nada do que falar errado, mas… você também não comete alguns errinhos em português? Se a gente prestar atenção, não demora muito pra soltar um plural sem concordância, um “paralelepípedo” com um número estranho de sílabas… Então não faz sentido não falar nada em inglês pra evitar algum possível erro, certo? Pois bem, tenha em mente que o primeiro passo é sempre começar a falar, os erros a gente pode consertar depois. Além do mais, se o objetivo é passar a mensagem, não é um errinho de gramática que vai te impedir, não é mesmo?
- Pensar em Inglês é menos complicado do que parece!
Falamos com tanta facilidade na nossa língua materna também porque o nosso cérebro está o tempo todo funcionando nela. Então o objetivo aqui é tentar virar essa chave.
Comece a fazer isso com as coisas mais bobas do dia a dia: você está no trabalho, está dando 11:30 e rola aquele “hmmm, i’m hungry!”, ou então você olha pela janela e… “wow, the sky is so dark, the rain will be heavy today”. Pode parecer estranho no começo, mas é como trocar a língua padrão do celular, aos poucos você se acostuma e uma hora está fazendo sem perceber, e esse é o objetivo!
- Fale sozinho! (e não se preocupe se o vizinho achar estranho)
Pense em como aprender inglês é parecido com aprender um instrumento, sério… no inglês tem a gramática, com o instrumento tem a teoria da música; com o inglês tem o vocabulário, no instrumento tem um repertório… agora, com o instrumento se ensaia sozinho, com o inglês…. pois é! Falar sozinho é uma prática essencial pra você se acostumar com os sons, as frases, as pronúncias e simplesmente se soltar! Aí na hora da “apresentação”, você vai se sentir pronto!
- Foque no inglês que TE interessa.
De que adianta aprender a palavra “clutch” antes de “handlebar” se você não dirige mas vai de bike pra todo lugar? O inglês tem que ser útil pra você! No seu dia-a-dia, para os assuntos que te interessam. Adequar o inglês que você aprende à linguagem que você realmente usa é quase um passe de mágica pra fazer o seu speaking dar um salto. Então busque conteúdo que tenha a ver com você e coloque em prática o quanto antes e sempre que possível!
Bem, sabemos que destravar o inglês não é algo que aconteça do dia pra noite, mas com essas estratégias e bastante prática você vai ver esse bloqueio se desfazendo gradualmente. O segredo pra quebrar o travamento aqui está nessas duas palavras chave: constância (no ensaio) e coragem (na apresentação).
Aqui na Plano A, também te damos o suporte que você precisa para vencer esse obstáculo com aulas personalizadas, grupos de conversação e muito mais. Você está pronto/a para destravar seu inglês de uma vez por todas em 2026? Então chama a gente para montar um plano de aulas exclusivo pra você!
Você já parou pra pensar como todo mundo tem sotaque? Isso em qualquer língua! Você é do Brasil, mas seu sotaque pode ser paulista, carioca, baiano, gaúcho… e por aí vai. Não existe uma única pessoa no mundo sem sotaque, e isso não é nada mais e nada menos do que uma forma linda de você representar o lugar de onde você vem!
Mas aí vem a pergunta: se todo mundo tem sotaque, e isso não é um problema, o que é que tanto a gente corrige nas aulas de inglês? Eu preciso “perder” o sotaque? E onde entra a pronúncia nesse papo?. Bom, vamos lá, a gente explica.
1: Sotaque é identidade, pronúncia é precisão
O sotaque não é nada mais e nada menos do que o som da sua língua materna dando as caras nas outras línguas que você aprende. Já a pronúncia afeta a articulação das sílabas, e pode prejudicar o entendimento. Fica aqui o exemplo do grande Chef Jacquin, quem já assistiu o Master Chef vai saber: todos sabem que ele é francês e isso é muito evidente no sotaque dele falando que “falta tomperro”, mas tem um episódio em que (mais de uma vez) ele pergunta pro participante “você experimentou?”, mas o participante entende “tem pimentão?”. Opa, é aqui que a gente traça a linha entre sotaque e pronúncia.
Então tenha sempre em mente, o sotaque é só o “seu jeitinho de falar”, a pronúncia é sobre ser entendido!
2: Sotaques nativos existem e podem ser muito difíceis!
Você já parou pra pensar em como essa diferença enorme de sotaques que temos em português é ainda maior com o inglês? Bom, você já tentou entender um português de Portugal falando rápido? Imagine o que os ingleses passam tentando entender um americano interiorano falando rápido, ou os neozelandeses tentando entender um escocês. É bem por aí!
Ou seja, ter sotaque é tão normal que mesmo entre nativos isso pode ser um desafio. O importante é a gente se esforçar pra ter uma boa pronúncia, assim o sotaque fica sendo nada mais que o nosso charme.
3: Parecer nativo não é o objetivo!
Pense bem e tente responder: como é a fala de um nativo do inglês? Agora, com essa reposta em mente, compare uma pessoa dos EUA, com um australiano. Os dois são nativos mas eles não falam nem parecido!
Então, a verdade é que você não precisa falar como um nativo para falar bem inglês!
O inglês é a língua mais falada do mundo e, em boa parte das vezes, ele vai ser falado entre duas pessoas não nativas. Pense bem, se você, um brasileiro, for pra China, qual é a língua mais provável de você conseguir se comunicar? Então o importante não é soar como um nativo, e sim entender e ser entendido!
4: Boa pronúncia é uma questão de prática!
A melhor analogia que podemos fazer aqui é com o esporte. Imagine só, se você pega um manual de vôlei, o mais completo de todos, você estuda e estuda e responde as questões e faz as provas e… você vira um bom jogador de vôlei? Não, porque esportes são práticas físicas, precisam de músculos e coordenação. E, adivinha só… falar também!
Pronunciar os sons da maneira correta envolve toda uma coordenação de músculos que a gente treinou a vida inteira na nossa língua materna. Mas agora tem que praticar uma outra, aprender um novo esporte 😉
E aí, pronto pra colocar esse inglês pra malhar e afiar a pronúncia? Vem com a gente! Temos um monte de dicas boas pra te ajudar aqui no nosso blog, além dos updates no nosso Instagram e, claro, se quiser exercitar o inglês no mano a mano com professores e alunos tão interessados quanto você, vem pro nosso Conversation Club!
Você já ouviu falar sobre a Primeira Lei do Movimento de Newton, também conhecida como a lei da inércia? Newtinho dizia o seguinte: “Um objeto em repouso permanece em repouso, enquanto um objeto em movimento permanece em movimento, a menos que seja atuado por uma força externa desequilibrada.” Chique, né? Isso pode parecer que não tem nada a ver com o aprendizado de inglês, mas na verdade, pode ser uma chave poderosa para te ajudar a avançar nos seus estudos.
Quando pensamos em aprender inglês, muitos de nós enfrentamos três obstáculos: incerteza, medo e, o mais complicado de todos, a inércia. A incerteza nos deixa confusos sobre o que precisamos fazer para começar, e o medo nos deixa tão ansiosos que nem sentimos que podemos começar. Mas a inércia, aquele estado de não fazer nada, é talvez o maior bloqueio.
Então, como podemos usar a inércia a nosso favor?
Reduza o Atrito Ambiental
O truque é ajustar o seu ambiente para tornar a tarefa de começar a decisão mais óbvia e fácil. Isso significa deixar seus materiais de estudo organizados e visíveis. Por exemplo, se você quer praticar leitura em inglês, deixe o livro ou artigo sempre à vista, em um lugar que você passa frequentemente. Isso reduz o atrito ambiental, tornando mais fácil começar.
Reduza o Atrito Emocional
Um método simples mas poderoso é a “regra dos cinco minutos”. Comprometa-se a trabalhar na tarefa por apenas cinco minutos. A ideia é que o primeiro passo é geralmente a parte mais difícil. Durante esses cinco minutos, foque totalmente naquilo que você está evitando. Ao final dos cinco minutos, você pode decidir se quer continuar ou fazer uma pausa. Muitas vezes, você vai perceber que continuar não é tão difícil quanto parecia.
Pergunte-se: “Qual é o próximo passo?”
Transforme o conceito abstrato de tomar ação em um próximo passo concreto. Isso pode ser algo pequeno, como abrir seu aplicativo de aprendizado de inglês ou ler um parágrafo de um texto em inglês. Cada pequeno passo em direção ao seu objetivo ajuda a criar um movimento contínuo, combatendo a inércia.
Lembre-se, um objeto em movimento tende a permanecer em movimento. Então, comece pequeno, mantenha-se em movimento e use a inércia a seu favor para dominar o inglês! Mas caso você precise de ajuda para se manter motivado e seguir no seu aprendizado, entra em contato com a Plano A. Nós temos aulas personalizadas para as suas necessidades. Chega mais que a gente está te esperando!
Mesmo que você já tenha alguma experiência com entrevistas de emprego, passar por uma delas em inglês pode ser bem diferente e estressante para o candidato a uma vaga de emprego. Para te ajudar a se preparar para a sua próxima entrevista de emprego em inglês, veja essas dicas que separamos para você!
Antes da entrevista
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Faça uma (auto)avaliação do seu inglês
Antes de qualquer coisa, é essencial que você saiba de verdade qual o seu nível atual de inglês para que você consiga escolher de forma mais assertiva quais vagas estão ao seu alcance no momento. Muitos candidatos aplicam para diversas vagas e ficam frustrados quando o “sim” não vem, mas é bem possível que a vaga não fosse um bom fit pra você anyways por conta de coisas como o que eles esperam da sua performance em inglês, por exemplo.
Para te ajudar a entender um pouco melhor sobre os níveis de inglês, leia esse texto aqui.
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Pesquise vocabulário da sua área de atuação
Taí uma área de conhecimento que pode te derrubar na hora da entrevista! Uma pergunta que você pode esperar ouvir é sobre o seu emprego anterior e uma breve descrição das suas atribuições. Essa é uma resposta muito individual, por isso pesquise os termos mais relevantes. Além disso, seria interessante buscar termos gerais referentes ao universo Business. Comece por aqui.
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Treine os ouvidos
De nada adianta estar super preparado para responder a todas as perguntas se você não consegue entendê-las! Para entrevistas de emprego, a habilidade de listening é mais importante que reading, por exemplo, por isso foque em ouvir! Busque por exemplos de entrevistas no Youtube, ouça Ted Talks, assista documentários…a Internet será uma grande aliada nessa fase.
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Pratique mas não decore
O maior motivo para que uma entrevista seja feita em inglês é justamente para avaliar como você se sai em situações inesperadas nesse idioma. É óbvio (e esperado) que você se prepare para diversas possíveis perguntas, mas chegar com a resposta decorada é quase garantia de não passar para a próxima fase.
Durante a entrevista
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“I’m sorry for my bad English”
Parabéns, você foi chamado para uma entrevista! Durante essa conversa, nunca, jamais, em hipótese alguma peça desculpas pelo seu nível de inglês.
Caso você não esteja num nível avançado, você pode reforçar que vem estudando inglês para se aprimorar cada vez mais pois sabe da importância dessa habilidade para o mercado de trabalho. Estar disposto a aprimorar seus conhecimentos é algo que as empresas prezam muito.
Ah, independente do seu nível de inglês, não minta no CV! Falamos mais sobre isso aqui.
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Evite gírias e palavrões
Deixe em casa palavras como “kinda” (tipo), “you know” (sabe), ‘like” (tipo), etc. Tenha sempre em mente que você não conhece a pessoa que está te entrevistando. Pode ser que a vaga seja para uma empresa mega descolada, mas o entrevistador não seja assim.
De qualquer forma, é sempre bom “feel the room”, ou seja, prestar atenção a como o entrevistador se porta para você tentar fazer igual, mas sempre que estiver na dúvida, opte pela formalidade, essa nunca tem erro numa entrevista de emprego.
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Fale o suficiente
Quando os candidatos passam por uma entrevista em inglês, normalmente ficam nervosos por estarem sendo avaliados em outro idioma; daí duas coisas podem acontecer: eles travam e só respondem “yes” ou “no” ou falam demais para tentarem se fazer entender. Pois saiba que as duas opções são péssimas!
O entrevistador precisa te ouvir para poder te avaliar, mas falar mais que necessário vai te dar mais oportunidades de cometer erros. Por isso, fale apenas o suficiente. Se o entrevistador precisar de mais informações, ele/a vai perguntar 🙂
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Esteja pronto para improvisar
Como eu disse antes, o objetivo de uma entrevista em inglês é observar como você se sai em situações inesperadas naquele idioma.
Então, por mais que você se prepare para as perguntas mais comuns, o entrevistador sempre vai tentar fazer alguma pergunta diferente, justamente para ver a sua capacidade de improvisação. Ou ainda, é possível que o entrevistador peça exemplos de qualquer coisa que você disser. Por isso, praticar suas respostas sem decorar as falas vai te ajudar bastante nessas situações.
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Não pergunte como você se saiu
Normalmente a avaliação oral de idioma estrangeiro é terceirizada. O avaliador não sabe detalhes do processo e, muito menos, se o candidato tem chances de passar para a próxima etapa, portanto não pergunte como foi no teste e se tem chances, pois isso demonstra ansiedade e insegurança.
Depois da entrevista
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Envie uma mensagem agradecendo a oportunidade
Tanto ao final da entrevista como depois, é importante que você agradeça pela oportunidade. Como poucos candidatos enviam alguma mensagem de agradecimento após a entrevista, isso pode te colocar em destaque.
Agora você já sabe como arrasar na sua próxima entrevista de emprego em inglês! Mas se você sente que ainda precisa de ajuda para se preparar e conseguir expressar o seu melhor na hora da entrevista, clique aqui para saber mais sobre o nosso Curso de Inglês para Entrevistas, ou caso precise de algo ainda mais específico, agende um horário com a gente para montarmos um plano de aulas que atenda as suas necessidades.
Seu CV já está lindão, seu Linkedin todo organizadinho. Você finalmente recebe o convite para aquela entrevista em inglês que estava esperando. Parabéns, você já passou com sucesso por diversos obstáculos!
Mas calma que essa corrida ainda não está ganha. Vem ver as dicas que separamos pra você pra você arrasar na entrevista em inglês e chegar um passo mais perto da vaga que deseja!
1- Falar demais
Em qualquer entrevista, é importante que você dê o máximo de informações possível para que o entrevistador possa te avaliar, mas cuidado para não virar monólogo! Pegue como base a regra dos 2 minutos; esse é o tempo médio que você deve usar para responder às perguntas. Evite ao máximo falar muito mais que isso.
2- Não ser espontâneo
Ao se prepararem para entrevistas em inglês, muitos candidatos acabam decorando suas respostas para as perguntas mais comuns. Corre que é uma cilada, Bino!
Respostas decoradas são absurdamente óbvias aos entrevistadores e essa atitude pode te custar a vaga, porque isso pode dar a impressão de insegurança e até mesmo baixo domínio da língua inglesa, que é exatamente o que eles estão avaliando.
3- Usar inglês muito informal
Não se esqueça que você está numa entrevista de emprego. Por mais despojada que a empresa seja, ainda assim é importante mostrar que você conhece bem o idioma, e o uso excessivo de vícios de linguagem pode acabar com as suas chances de passar para a próxima fase. Expressões como you know, kind of, then, so e right são muito utilizadas para preencher lacunas quando não se conhece a palavra exata. Elimine esses cacoetes da sua fala.
4- Usar gírias ou palavrões
Essa dica vai na mesma linha da anterior. Lembre-se sempre que você não conhece a pessoa que está te entrevistando. A empresa que está oferecendo a vaga pode ser mega descolada, mas a pessoa te entrevistando talvez não seja. De qualquer forma, você deve ser plenamente capaz de transmitir o que quer falar de maneira menos informal.
5- Ter vocabulário limitado
É muito importante conhecer termos e expressões de negócios ou da sua área específica em inglês, pois eles podem ser cobrados na avaliação oral da sua entrevista. Caso você esteja enfrentando essa dificuldade, entre em contato com a Plano A hoje mesmo para saber mais sobre aulas de Business English.
6- Não ler notícias em inglês
Estar bem informado é importante para qualquer entrevista de emprego, independentemente do idioma. O entrevistador pode fazer perguntas sobre atualidades para avaliar seu vocabulário geral em inglês. Por isso, manter a leitura de notícias em inglês em dia é uma ótima maneira de se preparar para a entrevista.
Essas são as nossas dicas principais para você arrasar na sua entrevista em inglês, mas é claro que você não pode esquecer daquelas regras básicas de toda entrevista:
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Seja pontual;
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Leia sobre a empresa;
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Jamais reclame de empregos anteriores;
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Faça perguntas sobre a vaga ou a empresa;
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Não pressione o entrevistador para te dizer se passou.
Embora não seja recomendado decorar suas respostas, é muito importante praticar o que vai dizer para ir com mais segurança e garantir que vai conseguir se expressar da melhor forma possível! Foi pensando nisso que a Plano A desenvolveu um Curso Preparatório para Entrevistas com 8 horas de duração, para você se preparar de maneira rápida! Clique aqui para saber mais sobre o curso.
Se você já escolheu que quer fazer um intercâmbio, a primeira dúvida que te surgiu foi “como?”. Seria melhor pagar uma agência de intercâmbio e deixar tudo na mão deles ou chamar a responsabilidade no peito e pesquisar tudo sozinho?
Contratando uma agência
Esse é o jeito mais simples de planejar um intercâmbio: você escolhe a agência de sua preferência e voilà!
Ana Elena Botta Netto, diretora da Ci Intercâmbio e Viagem ,diz que há dois tipos principais de pessoas que procuram agências de intercâmbio: aquelas que estão perdidas e precisam de ajuda para definir melhor como será a viagem; e também aquelas que querem evitar qualquer tipo de dor de cabeça.
Segundo Ana Elena, “quando você vai por uma agência, parece que sai mais caro, mas você acaba economizando, porque fazer alguma besteira durante o planejamento ou mesmo durante o intercâmbio pode custar muito dinheiro”.
Aliás, isso se mostrou bem verdade durante a Pandemia. Diversas escolas de idiomas para intercambistas fecharam permanentemente durante os anos de 2020 e 2021. Além disso, empresas aéreas cancelaram diversos voos sem informar quando (ou se) devolveriam o dinheiro aos passageiros. Quando esse tipo de coisa acontece, a agência é responsável por resolver isso para você.
Ana Elena também conta que, por trabalhar na área há muitos anos, ela consegue dar dicas de como aproveitar ainda mais sua viagem, escolhendo o melhor tipo de visto, por exemplo.
Indo por conta
Precisamos concordar que hoje em dia é muito fácil organizar uma viagem sem sair de casa; você encontra na Internet todas as informações necessárias, além de diversos relatos de outros intercambistas. Muitas pessoas optam por esse caminho por ele ser, inicialmente, mais barato do que uma agência.
Porém, caso você escolha esse formato, saiba que você vai precisar investir muitas horas em pesquisa e verificação de informações para não cair em furadas. Além disso, quando você vai por conta, estará absolutamente sozinho pra tudo. Parece óbvio, eu sei, mas é importante pensar nisso antes de tomar sua decisão.
Ninguém quer passar perrengue fora do país, mas imprevistos acontecem, e se você for de maneira independente, precisa avaliar os riscos e ter uma reserva de emergência para o que pode acontecer.
Então o que é melhor, contratar uma agência ou viajar por conta?
As duas opções têm seus prós e contras, por isso sugerimos que você considere o SEU perfil antes de mais nada. Você é uma pessoa aventureira ou você prefere a segurança? Caso algo dê errado, você vai saber se virar sozinho? Você tem tempo para fazer todo o planejamento?
Aliás, uma coisa muito importante para qualquer viagem internacional é saber falar inglês, mesmo que o país para onde vai tenha outra língua como idioma oficial. Você está pronto para viajar e speakar por aí? Se precisar daquela ajuda para praticar, entre em contato com a Plano A para mais informações sobre cursos de inglês para as suas necessidades!
Quanto tempo você passa no TikTok todos os dias? Se você respondeu algo entre “meia hora” e “vixi, nem sei”, que tal usar esse tempo a seu favor?
Pra você que quer aprender inglês mas não tem tempo, bora usar as redes sociais pra elas te ajudarem!
A dica pra aprender inglês inglês usando TikTok é muito simples: siga perfis que falem sobre o assunto, e aí quando você estiver usando o aplicativo, você vai receber alguns conteúdos aí no conforto do seu lar!
Pra te ajudar, selecionamos alguns perfis muito bons do TikTok pra você seguir hoje mesmo!
E aí, gostou dessa listinha? Aqui na Plano A é assim: além das aulas de inglês, nós te ajudamos a incluir inglês no seu dia-a-dia de um jeito que você goste, e aí, sem querer, vai estar aprendendo inglês!
Quer começar a estudar inglês do seu jeito, de onde você estiver? Entra em contato com a gente!
Quantas vezes você já achou curiosa uma estrutura em inglês porque ela era bastante diferente do português?
Pois saiba que você não está sozinho!
Como estamos aprendendo todo um conjunto novo de regras, é natural que algumas coisas sejam diferentes do que já conhecemos da nossa língua materna, por isso separamos aqui algumas coisinhas para você prestar atenção quando for estudar ou falar em inglês. Bora!
Vocabulário
“Nossa, jura?!” Calma que eu explico.
Acontece que o inglês é uma língua germânica, enquanto que o português é uma língua latina. Isso quer dizer que inglês e alemão têm diversas palavras que se assemelham, já o português tem mais similaridades com espanhol, francês e italiano. Por isso que, para nós, aprender espanhol parece muito mais fácil do que uma língua de outra “família.”
Embora boa parte do vocabulário inglês seja de origem germânica, muitas palavras se originam de outras línguas, sendo parte delas, do latim. No entanto, essas palavras tendem a ser um pouco mais rebuscadas (para falantes nativos de inglês) e mais usadas em contextos formais ou na escrita.
Você tem dificuldade em memorizar palavras novas em inglês? Então dá uma olhada nesse texto aqui!
Pronúncia
Em inglês, há várias inconsistências ortográficas; o mesmo som é escrito de diversas formas diferentes, muitas letras não são lidas…olha só esses exemplos:
- A letra A em FATHER.
- O primeiro E em SERGEANT.
- A letra O em BODY
- As letras AA em BAZAAR.
- As letras EA em HEART.
Todas elas são lidas com som de “a”. Louco, não?
Isso tudo seria resolvido com uma reforma ortográfica. Se a reforma acontecesse, a representação dos sons poderia ser simplificada e muitas exceções seriam eliminadas. Essa proposta enfrenta muita resistência, então não espere ver isso acontecendo logo. Para descobrir a pronúncia das palavras em inglês, veja essas dicas!
Ordem das palavras
A estrutura básica de frases na língua inglesa não foge muito do que conhecemos em português. Frases simples como “Eu sempre vou a um restaurante aos sábados” podem ser facilmente transportadas para o inglês como “I always go to a restaurant on Saturdays.”
Mas é lógico que há alguns detalhes que são diferentes do português; esse é o caso dos adjetivos em relação aos substantivos, ou seja, quando queremos dizer “casa pequena”, falamos “small house” (small=pequena, house=casa).
Por conta disso, os teachers sempre recomendam que você entenda o sentido das frases, sem tentar traduzir tudo ao pé da letra.
Gênero e número das palavras
Em português (e também em várias outras línguas), as palavras têm gênero; por isso dizemos “a casa”, “o quarto”, “a bicicleta”, “o Sol”… mas no inglês isso é MUITO diferente.
Em inglês, é possível usar a mesma palavra para se referir a qualquer gênero. O substantivo “teacher”, por exemplo, pode ser traduzido como “professor” ou “professora”. “Short” pode ser “baixo/baixa/baixos/baixas”. É claro que sempre têm algumas exceções, mas em 99% dos casos, essa ideia se aplica 🙂
Aliás, vale mencionar que a língua inglesa tenta ao máximo não ser redundante. Vamos usar o adjetivo “beautiful” como exemplo. Em português, temos quatro formas de dizer essa palavra:
- A casa bonitA.
- O prédio bonitO.
- AS casaS bonitAS.
- OS prédioS bonitOS.
Nós precisamos fazer diversos ajustes para que tudo fique gramaticalmente correto em português. E em inglês?
- The beautiful house.
- The beautiful building.
- The beautiful houseS.
- The beautiful buildingS.
Em inglês, você só precisa mostrar no substantivo se algo é singular ou plural. Não é muito mais fácil?!
Uso de verbos
Em relação aos verbos, há muito menos formas de se conjugar do que em português. Mas os verbos em inglês têm algumas particularidades que confundem a cabeça dos alunos:
Sempre com sujeito: tudo tem seus prós e contras. O inglês é uma língua mais simples quando se trata de conjugação, por exemplo, então o verbo “go” (ir) no passado é conjugado da seguinte forma:
Simple past
I went
You went
He went
She went
It went
We went
You went
They went
Mas se eu montar a frase “Went to the movie theater”, é impossível entender, pois como “went” é usado para todas as pessoas (I/you/he/she/it/we/they), você não é capaz de saber de quem estou falando. Por isso, sempre devemos mencionar o sujeito (She went to the movie theater – ela foi foi teatro).
Verbos auxiliares: que atire a primeira pedra quem nunca se confundiu ao fazer uma pergunta ou frase negativa e esqueceu de colocar o famigerado “do”. Frases como “Do you like pizza?” e “he doesn’t work here” causam pesadelos!
Present perfect: por onde começar? Essa talvez seja a maior pedra no sapato de todo mundo que está aprendendo inglês pelo simples fato de esse tempo não existir em português. Pra gente, acaba sendo uma coisa muito abstrata, difícil de absorver e de usar.
Tá, mas como eu uso tudo isso do jeito certo então? Nós já demos algumas dicas nesse texto aqui, mas evite ficar só focando nas regras gramaticais. Preste atenção em filmes, séries, textos e até no seu professor, pra ver como as pessoas falam, e tente repetir sempre que possível. Ah, e claro, nada de vergonha pra falar, hein! Se joga nas conversas!
Eu diria que essas são as principais diferenças entre o inglês e português, mas aprender uma língua envolve muito mais do que, simplesmente, ficar se apegando a regrinhas. Aqui na Plano A, o nosso foco é na comunicação; o mais importante é fazer o aluno de fato conseguir se comunicar nas situações que precisa, e pra que isso aconteça, a gente monta aulas específicas pra cada aluno. Quer saber como destravar e sair falando? Então entra em contato, vamos bater um papo!
É muito comum encontrar quem estude inglês e ainda assim tenha uma certa dificuldade em reter palavras ou termos novos. É ainda mais comum que essas mesmas pessoas não saibam por onde começar para operar uma mudança nisso!
Primeiro de tudo é bom ressaltar que estudar um idioma, assim como estudar qualquer outra coisa que seja, vai exigir dedicação e muita disciplina ainda mais no que demandar memória, porque sabe como é, né? Vocabulário é toda uma questão de memória associada a prática!
E é por isso que a Plano A veio aqui trazer umas diquinhas pra você incorporar mais palavras ao seu repertório e sair usando por aí!
1) Tome notas contextualizadas
Usando aplicativos como o Plemorize , que é basicamente um caderno de anotações para novos termos em que você insere a palavra, sua definição e uso numa sentença, você pode memorizar melhor, uma vez que pode criar sentenças que fazem sentido pra você. Você pode até mesmo anexar uma foto (talvez de uma cena de um filme ou seriado) que pode ajudar na fixação daquela palavra na sua memória. O importante é ater-se ao fato de que não basta tomar notas, essas notas têm que estar num contexto. E além disso, esse contexto tem que fazer sentido pra você!
2) Una o novo ao velho
Vamos a um exemplo prático: você já decorou como se fala “reunião” em inglês (“meeting”). Agora, enquanto assistia a um seriado, você viu um ator usando o termo “set up” para “marcar” (no sentido de “agendar”).
Então, meu bem, é hora de unir o novo ao velho: “I need to set up a meeting for tomorrow morning”. Essa frase pode muito bem ser montada na sua cabeça, mas deve ser anotada em algum lugar para dar ao seu cérebro mais uma oportunidade de fixar!
É importante que o que você já tem fixo no seu repertório seja constantemente usado para não sumir e adicionado a novos termos para ampliar o que você consegue falar e em quais contextos.
3) Repetição
Para aqueles momentos em que você tem um tempinho livre em que você pode despender jogando um game simples e direto, apps como o Lexilize podem ser muito úteis. Ele é um app que cria flashcards (cartas) em que de um lado você tem um idioma e do outro você tem o idioma que quer aprender. É ótimo para você passar um tempinho vendo e revendo as palavras para fixar!
Ainda falando sobre repetição, uma outra boa forma é, ao ver uma nova palavra ou expressão num seriado ou filme, você pode repeti-la algumas vezes e já trabalha também a pronúncia. Um grande aliado nesse processo é o Youglish que é um site que procura uma determinada palavra (à sua escolha) em diversos vídeos diferentes (em sotaques diferentes, também) para você encontrar com aquela mesma palavra algumas vezes até fixar!
4) Use a palavra nova assim que puder!
Assim que for conversar com alguém pela próxima vez, tente encaixar aquela palavra no que estiver falando para já praticar! Nada de ter medo: é assim que ela assenta na nossa memória a ponto de se tornar natural o suficiente para voltar a acontecer na nossa produção! Dê uma chance e veja como é mágico!
Essas dicas são melhor aproveitadas em conjunto com estudos regulares de inglês para já juntar dicas de estrutura e nisso a Plano A pode super te ajudar! Você já conhece as nossas soluções? Clique e venha conhecer uma nova forma de aprender!
Você já verificou quantas horas por dia passa nas redes sociais? Se sim, tenho certeza que ficou chocado(a) com o número, não?!
Mas já que uma boa parte da sua atenção é dedicada a esses aplicativos, que tal usar isso como estratégia para aprender inglês?
Vem com a gente e dá uma olhada nessas dicas de como aprender inglês pelo Instagram!
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Seguir hashtags
Elas existem nas redes sociais por um motivo muito importante: os criadores de conteúdo querem ser encontrados por você! E se eles andarem na mesma rua que você anda, fica muito mais fácil!
Sempre sugerimos que você siga hashtags que tenham a ver com gostos seus e que não necessariamente tenham a ver com aprender inglês, como por exemplo #makeup #books #rockmusic.
Mas também é possível seguir hashtags mais direcionadas, como #aprenderinglesnoinstagram #dicasdeingles #pronunciation #intercambionoseua.
Quanto mais hashtags você seguir, mais diverso vai ser o seu feed do Instagram. E a melhor parte é que, após selecionar as hashtags que quer seguir, é só rolar o feed que o Instagram faz todo o trabalho pra você! Então, em meio a memes e vídeos do Reels, você também vai ter dicas de inglês sem nem se esforçar. Legal, né?
Após seguir as hashtags que te interessem e começar a receber essas dicas no seu feed, o próximo passo é…
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Seguir perfis que ensinam inglês
Ao fazer isso, você vai turbinar o seu feed com conteúdos ainda mais direcionados pra você. Quanto mais você se engajar com o conteúdo que você gosta (curtindo o conteúdo, salvando ou compartilhando), mais certeiro o Instagram vai ficando em te mostrar mais conteúdo que você gosta – então não economiza no like, hein!
Selecionamos abaixo algumas sugestões de perfis para você seguir:
Tenho certeza que essas dicas vão te ajudar a passar mais tempo em contato com o idioma; aos pouquinhos, o inglês vai se tornando algo natural para você!
Caso queira aquela ajudinha extra e esteja procurando um professor para te levar ainda mais longe, entra em contato com a gente! Aqui na Plano A, o nosso objetivo é sempre o sucesso do aluno.