Você já parou pra pensar como às vezes algumas poucas palavras mudaram o curso da história? Algumas frases ditas em momentos cruciais inspiraram grandes movimentos históricos e moldaram a cultura para sempre, e várias delas foram ditas originalmente em inglês! De discursos históricos a frases do cinema, vamos explorar essas falas e entender por que elas foram tão impactantes.

Poucas frases carregam um peso histórico tão grande quanto essa. Em 1963, Martin Luther King Jr. subiu ao palco em Washington e deu um dos discursos mais impactantes da história. A frase “I have a dream” (Eu tenho um sonho) não era só um desejo pessoal, era sobre a esperança de um futuro sem racismo nos Estados Unidos. O impacto foi grande o suficiente para impulsionar o movimento pelos direitos humanos e influenciou mudanças fundamentais na legislação americana. Até hoje essa frase é usada como um símbolo de resistência.

Nem todas as frases icônicas vêm do mundo real. “May the Force be with you” (Que a força esteja com você.” surgiu no filme Star Wars de 1977, e foi repetida em todos os filmes da franquia, até The Rise of Skywalker de 2019. Mais do que um cumprimento entre os Jedis, a frase carrega um significado mais profundo de perseverança e encorajamento, que foi carregado por gerações de fãs ao longo de quase meio século. Transcendendo o universo dos filmes, hoje a frase é reconhecida através de toda a cultura pop.

Agora vindo da literatura, aqui está uma frase de Shakespeare que qualquer um reconheceria! na peça “Hamlet”, o príncipe da Dinamarca faz essa reflexão sobre a existência: “to be or not to be” (ser ou não ser). A frase transcende a peça e se torna um dos maiores símbolos das grandes questões filosóficas que enfrentamos. Até hoje, essa frase pode ser vista em todo tipo de contexto, de debates a memes, mostrando sua influência imortal na forma como pensamos.

Em 1969 o mundo inteiro parou para assistir o evento que daria um fim à corrida espacial: o primeiro homem a pisar na lua! Neil Armstrong disse essa frase (Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade) ao dar o passo histórico quando colocou os pés em solo lunar. A frase se tornou um grande marco, não só para a exploração espacial, mas para toda a ciência. Além de celebrar o avanço científico, a frase expressa o sentimento de que o feito seria importante não só para aquele astronauta, mas para toda a humanidade.

E aí, qual dessas você mais gostou?

As palavras têm um poder incrível quando ditas do jeito certo na hora certa, podendo inspirar mudanças fundamentais na forma como entendemos nossa história e nossa cultura. E que jeito melhor de apreciar essas falas que na sua língua original? Também é por isso a Plano A está aqui: pra te ajudar a se conectar ainda mais com essa riqueza cultural que o inglês traz pra gente! Entre em contato com a gente para saber mais sobre nossos cursos

Você já tentou ler comentários em inglês naqueles vídeos virais do TikTok? Ou no seu clipe favorito da Taylor Swift? Ou já se aventurou pelo Tumblr ou Reddit e esbarrou em fóruns da gringa? Se sim, é muito provável que você tenha visto um inglês que… bem, digamos que não está nos livros. O que é WYM?? E o que eles queriam dizer com “flex”??

O inglês dos nativos toma esse jeitinho próprio quando se trata de se comunicar na internet. Como acontece também na nossa língua, na internet a gente tende a ser muito mais informal, usa gírias e abreviações, e também toma menos cuidado com a gramática! Os nativos do inglês não são diferentes, gírias novas aparecem o tempo todo e jeitos novos de se escrever uma expressão também vêm e vão. Mas calma! Trouxemos esse post pra te ajudar com isso!

Como ler as abreviações e gírias

Em geral, a comunicação na internet segue duas regras simples: ser rápido e ser expressivo! É por isso que os nativos usam muitas abreviações e expressões informais para se comunicar, e você pode fazer o mesmo para soar mais natural.

Apostamos que as mais comuns, como “OMG” (oh my god) e “LOL” (laughing out loud) vocês já conheciam, então vamos pular essas e ir direto pras que aparecem muito e ainda podem te confundir:

Abreviações:

Expressões:

Cuidado com os erros dos nativos!

Assim como a gente aqui no Brasil, volta e meia vemos pessoas cometendo erros de português na internet, os nativos de inglês também fazem isso na própria língua, e a comunicação rápida da internet propicia isso. Então, fiquem espertos.

A dica pra encontrar esses erros é que eles geralmente vêm da forma como uma palavra ou expressão é falada pois as pessoas tendem a escrever como elas pronunciam. Aqui vão alguns dos erros mais comuns:

Então, o conselho aqui vai para o cuidado como a forma que você está aprendendo. Usar as redes sociais pra pegar o inglês real, do dia a dia, é ótimo! Mas fique atento pra não acabar pegando também os erros.

Dicas pra aproveitar melhor o inglês da internet:

  1. Consuma bastante conteúdo autêntico! Siga páginas e influenciadores nativos e tente interagir nos comentários.
  2. Use um dicionário de gírias sempre que não sentir segurança, o Urban Dictionary por exemplo, é uma boa opção.
  3. Pratique com os nativos. Entrando em discussões nos fóruns é um jeito legal de engajar com o conteúdo e malhar o inglês
  4. Não tente traduzir tudo, muito menos traduzir ao pé da letra. Algumas expressões não vão fazer sentido com a tradução, e o melhor é você se acostumar com o sentido das palavras.
  5. Se atente aos erros mais comuns! Como comentamos, a internet está cheia desses errinhos repetidos, cuidado pra não aprender algo errado. Na dúvida, pesquise.

Agora você já tem um bom ponto de partida para entender e se comunicar melhor no inglês online. E se quiser aprender mais sobre o inglês do dia a dia, vem conversar com a gente!

É fato que, ao bater o dedinho no pé da mesa traz à tona lindas palavras no nosso idioma. Mesmo se você estiver morando fora, é muito provável que a primeira palavra que venha à sua cabeça numa situação como essa seja na sua língua nativa.

Assim também é como as Onomatopeias! Nós logo pensamos na nossa língua nativa ao tentar reproduzir o som de batidas numa porta, do caminhar de um cavalo, de buzina ou mesmo expressões que nós mesmo produzimos como soluços e bocejos.

Desde crianças somos ensinados esses sonzinhos e aprendemos a reproduzi-los naturalmente conforme vamos aprendendo a nos expressar de forma mais completa e complexa. Mas e quando aprendemos uma nova língua?

Existem estudos do ramo da neurolinguística que se debruçam sobre como o cérebro humano de fato aprende um dado idioma e como o deixa natural, depois de um tempo de prática. Uma das conclusões é que ao começar a se expor a outra língua, o primeiro caminho é “fazer ponte”: criamos essas pontes de significado entre uma língua e outra e nos apoiamos nelas para começar, principalmente, a estruturar as frases. E é nisso que vamos nos basear para aprender as Onomatopeias: a cada expressão que vir aqui, pense nela primeiro em português e depois ouça e repita umas duas ou três vezes a onomatopeia correspondente em inglês.

Prontos?

Português “Atchim”
Inglês“Achoo”

https://www.youtube.com/watch?v=DsR-p6kp95U&ab_channel=PronunciationAcademy

https://www.youtube.com/watch?v=BaQ9hTB7CGg&ab_channel=PronunciationAcademy

https://www.youtube.com/watch?v=26e95d9GqsY&ab_channel=PronunciationGuide

https://www.youtube.com/watch?v=fkoOCfW6DIg&ab_channel=EmmaSaying

https://www.youtube.com/watch?v=f1csERS4u3A&ab_channel=EmmaSaying

https://www.youtube.com/watch?v=qz3sviCFH2A&ab_channel=EmmaSaying

Já conhecia algumas dessas onomatopeias?

Uma boa dica para memorizar, é pensar ou simular situações em que você poderia usá-las. A combinação entre o contexto e o termo promove a melhor fixação!

Aliás, a Plano A adora ensinar inglês imergindo nossos alunos em situações reais em que o que está sendo ensinado será usado. Que tal aprender inglês assim?

Conheça nossas soluções!

Vocês, assim como eu, também ficam meio parados na ideia de que os EUA tiveram que se libertar de um outro país, porque eles eram uma colônia assim como nós éramos dos portugueses? Loucura, né?!

Pois bem, no ano de 1776 foi iniciado o processo de independência dos Estados Unidos e eu digo “processo de independência”, porque houve bastante coisa aí no meio como a famosa Guerra dos Sete Anos e outras batalhas e desacordos que viriam de fato a culminar no fatídico desatar de laços entre os americanos e os britânicos.

Os americanos lutaram bravamente para sair do status de 13 colônias até se tornar os Estados Unidos da América que conhecemos hoje, porém algumas tradições foram mantidas intactas por anos e anos para celebrar esse fato tão importante para um povo. 

Agora nós da Plano A temos uma perguntinha pra você: O que você sabe sobre a Independência dos Estados Unidos?

Nós resolvemos trazer algumas curiosidades sobre essa data tão importante para o povo americano e que define tanto sobre sua identidade e cultura: 

Concentre-se e imagine a bandeira americana. Beleza? Ok, quantas listras tem nela? 

Se você acertou o número (13), você sabia que esse número representa as 13 colônias nas quais o país antes era dividido? É uma forma de prestar uma homenagem às origens do país mesmo antes de ser independente (já que depois da independência, unificou-se num só país).

Ah, e uma curiosidade extra: uma das primeiras versões da bandeira dos Estados Unidos (aquela confeccionada por Betsy Ross) tinha as estrelas organizadas em um círculo e não em fileiras como atualmente para simbolizar a igualdade entre as colônias.

Aqui no Brasil, o animal escolhido para representar a nossa nação é o Sabiá-laranjeira (o que já foi uma descoberta por si só, não é mesmo?!), já nos Estados Unidos, depois da Declaração da Independência, um animal muito presente na cultura e na culinária deles, em grande parte por conta do Dia de Ação de Graças (Thanksgiving), é o peru e Benjamin Franklin acreditou que seria uma boa ideia declará-lo como animal nacional. No entanto, Thomas Jefferson interveio dizendo que o animal nada de imponente tinha indicando, então, o, até hoje símbolo da nação americana, águia-de-cabeça-branca ou mais conhecida como águia americana (bald eagle).

O tópico “liberdade” é tão importante para os americanos que não é pra menos que eles comemorem intensamente o dia em que eles se tornaram livres da metrópole inglesa, certo?

E tradição é tradição aqui: eles sabem exatamente o que vão comer, vestir e até para onde irão nesse dia.

Eles vão necessariamente fazer um típico churrasco americano (com hot dogs e hambúrgueres), vão vestir as cores da bandeira em tudo o que usarem nesse dia e irão com suas famílias para um lago ou para algum lugar aberto para poder acompanhar os tradicionais fogos de artifício que rolam toda vez! Interessante, não?

Que os Estados Unidos um país enorme, a gente já sabe, e as celebrações ocorrem de ponta a ponta. Isso, por si só, já seria impressionante e patriótico o suficiente. Mas e se a gente disser que a Dinamarca também comemora a Independência Americana? Pois é, meus caros, os dinamarqueses também demonstram todo seu respeito e carinho pelos americanos!

“Oxi, mas o que tem a ver?”

Bom, a explicação é simples: em 1912 um grupo de dinamarqueses-americanos compraram um lote de terra extenso na Dinamarca e o cederam ao rei com a condição de que aquelas terras permanecessem intactas e sempre disponíveis para o público, principalmente para a celebração da independência americana! E assim foi feito!

É a maior celebração pró-independência fora dos Estados Unidos!

E aí, curtiu aprender um pouquinho mais sobre esse feriado sobre o qual tanto se fala, mas pouco se sabe? 

Sabia que além de inglês, a Plano A traz detalhes de história para a aula para criar ainda mais pano de fundo e significância para o que ensinamos em aula? 

Gostaria de aprender inglês de uma forma diferente e já aprendendo um pouco mais sobre uma cultura diferente?

Entre em contato com a gente e conheça nossas opções! 

Se você segue a Plano A no Instagram, já deve ter visto um post nosso falando sobre os nomes dos signos em inglês. 

Mas falar sobre signos envolve muito mais do que isso, por isso hoje você vai descobrir como falar tudo sobre astrology!

Se você quiser se referir ao seu signo, pode falar sobre seu star/zodiac/astrological sign, que é definido a partir da sua data de nascimento. É isso que as pessoas usam para ler o horoscope (horóscopo).

Mas caso queira mais informações, você pode buscar um astrologer (astrólogo) para desenhar o seu birth chart (mapa astral).

Com o seu birth chart em mãos, você descobre várias coisas, como seu sun sign (signo solar), moon sign (signo lunar), rising sign (ascendente) e as houses (casas), que indicam características específicas da vida de alguém. O ascendente, por exemplo, fica na first house (primeira casa). As demais casas são chamadas de second house, third house, fourth house… A tenth house (décima casa) reflete a sua missão de carreira.

Outra coisa muito importante de se saber são os nomes dos planetas, pois cada um fala sobre um aspecto da personalidade de uma pessoa. Olha só:

Todos nós temos um ruling planet (planeta regente). Da mesma forma, todas as casas do seu birth chart são regidas  por um ruling sign (signo regente).

Interessante, não? Imagina se um curso de inglês te oferecesse informações legais assim, baseadas nos seus interesses? Pois aqui na Plano A é exatamente assim! Nós criamos as aulas exclusivamente para o que você precisa! Entre em contato para saber mais.

Gente, eu sei que pode soar (e vai ser mesmo) super clichê ver uma professora de inglês aqui falando sobre Friends, né?

Você deve se perguntar:

Mas o que raios que Friends tem de tão importante para o aprendizado do inglês?

 

A resposta pode ser dividida em 3 tópicos-chave:

 

https://www.youtube.com/watch?v=njD140tR820&t=11s

Gente, observem como o inglês usado pelas personagens é simples e claro. Quando eu digo “claro”, eu quero dizer bem pronunciado e livre de maneirismos e gírias que poderiam vir a dificultar a nossa compreensão.

Esse é, disparado, o número 1 dos motivos pelos quais nós, teachers, somos apaixonados por Friends.

Considerando que Friends é uma Sitcom (Situational Comedy, que se traduz como “Situações Cômicas”), ele traz situações do dia-a-dia que são fáceis de entender e trazer para a nossa vivência. Sendo assim, é fácil de entender o vocabulário e até replicá-lo no nosso inglês, já que são situações pelas quais nós mesmos passaríamos!

Para entender um pouco melhor como isso funciona, basta pensar em quantas expressões você usou que você extraiu de seriados policiais ou mesmo médicos. A menos que você seja dessa área, claro…

Cada episódio tem entre 20 e 24 minutos o que, em média é uma duração curta frente a outros seriados. Essa é uma vantagem para quem está estudando, já que cada sessão de estudo pode se limitar a esses 20 minutos de prática tomando notas, prestando atenção em pronúncia, fazendo shadowing (clique aqui para conhecer mais sobre essa técnica) e isso pode aumentar a qualidade dos seus estudos!

Existem outras vantagens para mim, uma fã inegável, mas aí já faria de mim muito suspeita de ficar listando! No entanto, o que é importante de pontuar na minha experiência como fã é que eu aprendi diversas expressões idiomáticas (idioms) bem como phrasal verbs e até palavras novas!

E você? Manja bastante sobre Friends? Faça o quiz abaixo:

Friends é com certeza um grande aliado na hora de aprender inglês, mas ter alguém que trabalha nas suas dúvidas mais específicas e que acompanha o seu progresso de perto seria ainda melhor, não é mesmo? Essa é exatamente a proposta da Plano A!

Vamos bater um papo e definir um plano na medida pra você?

Esse título de blog tem tudo para ser um convite para conhecer um novo cosmético, né? Mas olha, ouso dizer que é bem melhor que isso, viu?

Sem muito suspense, Shadowing, que deriva da palavra “Shadow” em inglês que significa “Sombra” nada mais é do que uma técnica em que você se torna a sombra de um falante nativo.

Nossa, quê?

Bem, basicamente você vai imitar o que aquele nativo disser do jeitinho em que ele disser.

É uma técnica ótima que faz melhorar nossa pronúncia, aumenta nosso repertório de expressões e pode até melhorar nosso inglês de uma forma global uma vez que você pode estar ali incorporando novos termos e até onomatopeias bem intrínsecas do idioma. Legal, né?

Vou te contar uma coisinha: a gente faz muito isso em português sem notar (ou pelo menos sem dar a devida atenção). É comum estarmos assistindo alguma coisa na nossa língua e, ao ouvirmos um certo sotaque diferente, repetirmos para vermos se conseguimos repetir aquele sonzinho daquela mesma maneira que estamos ouvindo. Quer fazer um teste?

Pense no sotaque carioca. Aquele mêixmo.

Veja o vídeo abaixo e sinta-se com vontade de repetir junto.

https://www.youtube.com/watch?v=Cn1-rqOxDVU&ab_channel=OFant%C3%A1sticoMundodoFlow

Isso acontece porque somos movidos por vários fatores, sejam eles o desafio, empatia, comparação e por aí vai. Isso é natural da nossa formação linguística, então por que não transportaríamos para o inglês, certo? 

Ao ouvirmos um trecho, uma expressão ou até mesmo uma frase em um seriado ou programa, você pode pausar e tentar repetir exatamente como ouviu. Eis que temos o tal Shadowing.

E essa repetição não se dá uma vez só, não! Você pode pausar e voltar diversas vezes até se convencer de que aqueles sons que você está ouvindo saindo da boca do nativo e da sua estão similares ou até mesmo iguais.

Trouxemos aqui 4 dicas por meio das quais você pode praticar o Shadowing hoje mesmo. Bora lá?


1) Escolha um áudio ajustado ao seu nível

Nada de tentar começar com um vídeo em que o falante nativo fale rápido como o Eminem e nada de pegar um vídeo a esmo. É importante ter em mente que na técnica do Shadowing, entender o que está sendo dito importa. Obviamente, você não precisa compreender 100% das palavras ditas, porém pelo menos o gist, ou a ideia geral do áudio, precisa ser percebida enquanto você aplica a técnica.

Boas fontes para Shadowing são:


2) Escolha trechos menores

A ideia aqui não é sair imitando tudo sem freio e só parar no final. Até porque, você pode vir a tropeçar aqui e ali e isso pode dar aquela desmotivada. Pensando nisso, pegue leve. Comece primeiro por expressões.

O importante aqui, é trabalhar a naturalidade de como essas expressões saem da sua boca e a pronúncia usada. Um shadowing bem feito é aquele em que o praticante se atenta a cada detalhe e pratica duas, três vezes até obter um som bem fiel ao que ouviu.

3) Tenha um objetivo claro e definido

Você tem mais interesse em ganhar vocabulário, dar aquela polida nas suas estruturas gramaticais, trabalhar a pronúncia, adquirir expressões ou exercitar a naturalidade do seu discurso? Ah, tudo isso?

Pois bem, mas vamos com calma: cada coisa ao seu tempo.

Tendo um objetivo em mente por vez fará com que sua prática de Shadowing seja mais eficiente.

Você pode focar, por exemplo, em “Como fazer perguntas de maneira mais natural” e ouvir e repetir diversas vezes. 

4) Atenção para o sotaque do nativo

Isso pode ser bem determinante para o sucesso do seu Shadowing. Nós, brasileiros, estamos muito mais em contato com o inglês americano do que com qualquer outro e isso é um pouco limitante no que se refere à variabilidade da nossa compreensão de Listening (falo por experiência própria, inclusive!).

Então, ao escolher um vídeo para praticar, atente-se para o sotaque das personagens envolvidas nas cenas para que isso não prejudique sua compreensão. Veja bem, não estamos dizendo aqui que você não deve se expor a outros sotaques que não o americano. Estamos só dando essa dica de forma a evitar possíveis frustrações, caso não entenda o que costumeiramente entenderia, no sotaque que já está acostumado.

E aí, curtiu essa dica? Que tal dar uma praticada hoje mesmo?

Separe uns 5 minutinhos do seu dia e pratique como uma forma de se divertir!

Eu mesma me divertia muito imitando o Batman em jogos de PlayStation que eu jogava há alguns anos. Isso por conta da voz grave dele e isso me fez aprender várias expressões e naturalizar o som do meu inglês. Brincando!

Aliás, os nossos cursos aqui na Plano A são montados e sequenciados de maneira a priorizar não só que nosso aluno aprenda, mas que se divirta no processo. Isso é muito importante pra gente. Gostaria de conhecer nossas soluções? Clique aqui

Gente, é fato que existem palavras em português que simplesmente não são aceitas em determinados contextos, lugares e situações porque contêm uma carga histórica, preconceituosa ou mesmo violenta muito alta, certo? Nenhuma língua no mundo está isenta disso! 

Vou dar um exemplo clássico (e triste): até um tempo atrás, pessoas se questionavam sobre a influência do inglês sobre a palavra “Eslavo” (pessoas de origem indo-europeia). A influência seria bem negativa uma vez que “Slave” significa “Escravo”.
Essa palavra, então, se tornou uma Palavra Tabú (“Taboo” em inglês). 
Felizmente descobriram relatos dessa palavra sendo usada para identificar essa população bem antes de qualquer nuance de guerra ou escravização de pessoas.

Algo que é importante saber sobre o inglês americano é que eles evitam ao máximo tratar sobre temas religiosos por poder soar ofensivo ou mesmo herege!
É comum que, em vez de “Jesus!” (uma expressão usada da mesma forma que usamos o nosso “Meu Deus!” para exprimir surpresa), eles falem “Jeez!” (pronuncia-se /djízz/ que é uma alusão à palavra real). E coisas desse tipo são bem comuns!

Como estamos nos dispondo a aprender um novo idioma, bate um medo de falar uma palavra errada e dar bola fora ou até ser taxado como algo que você não é, só por conta desse deslize linguístico, certo?

E é por isso que resolvemos trazer esse tópico tão importante e trouxemos aqui 5 palavrinhas que você deve evitar no inglês para não ser mal interpretado. Bora lá?

1) The B-Word

A palavra “Bitch”, usada em muitos seriados e filmes pode até soar como algo corriqueiro e que amigos usam entre si, mas pode não ser bem assim. 

Equivalente no português: “Vadia”, “Cachorra”

No português, CASO você tenha intimidade o suficiente de chamar alguém assim sem causar uma briga, tenho certeza que é uma porcentagem bem pequena das pessoas com as quais você convive, certo? Mesma lógica aqui, então nada de sair distribuindo a “B-Word” por aí, viu?

2) The F-Word

O famigerado “Fuck”. Gente, quando o assunto é xingar, nós, brasileiros, damos show perto dos que falam inglês, viu?

Os xingamentos de lá são, em sua maioria, variações da mesma palavra (isso mesmo, a F-word).

Equivalente em português: depende do que está acompanhando a F-word.

Holy F___ – Eita P*rra!

F___ you! – Vai se F*der

F___ it! – F*da-se!

A dica que damos é: dê uma segurada aí pra não ser confundido com uma pessoa que sai distribuindo palavrão sem motivo por aí. É desnecessário até no português, né?

3) The S-word

Outra palavra que chove em filmes em inglês, certo? A palavra “Shit” é usada para exprimir várias emoções.

Equivalente em português: “Merda”, “Bosta”.

Outra palavrinha que se usada à exaustão vai te dar aquele selinho de “Desnecessário”. Melhor evitar ou manter o uso no mínimo só pra não ser mal interpretado pelos outros.

4) The N-word

Uma das palavras mais delicadas do inglês, sem sombra de dúvidas.

Principalmente nos Estados Unidos, a questão racial é amplamente discutida. A abolição da escravatura rolou por lá em 1865, mas essa ainda é uma mancha no tecido social americano até os dias de hoje.

A palavra “Nigger” (popularmente encontrada como “Nigga” em filmes e seriados) traz consigo essa carga escravocrata que estão tentando desconstruir em todos esses anos.

Equivalente em português: “Crioulo(a)”.

Ambas palavras tratam de períodos muito dolorosos (e, infelizmente, ainda não completamente extintos) da sociedade e devem ser evitadas a todo custo até por uma questão jurídica, mas, acima de tudo, por uma questão de humanidade.

5) A outra “F-word”

Ainda no rol das palavras delicadas tem mais uma que as pessoas deveriam evitar a todo custo: “Faggot” ou a versão mais curta “Fag”.

Esse é um termo ofensivo para se referir a um homem homossexual. Esse termo tem a sua cunhagem meio obscura e, em determinado período, até foi usado para se referir, de forma bem pejorativa, a mulheres mais velhas (olha que curioso).

Esse termo pode ter relação à forma de punição estabelecida a homens homossexuais (que eram queimados vivos amarrados a uma vara de madeira).

Equivalente em porutuguês: “Viado”, “Bicha”.

Tanto essa palavra quanto a N-word podem muito bem ser extintas da língua, não é mesmo?

É um fato que línguas se comportam de maneira distinta e funcionem numa dança particular, mas o cuidado em não replicar o ódio, a apatia e a desinformação que elas geram é a nossa responsabilidade enquanto falantes da língua!

 

Quer aprender inglês com qualidade e ainda aprender um pouco mais sobre aspectos históricos e sociais do idioma? Conheça nossas soluções!

Pode até ser que você não ame essas musiquinhas a ponto de ouvir na esteira da academia, mas como essas canções são simples, dá pra aprender bastante vocabulário com elas.

Nós memorizamos coisas muito bem através da repetição, e essas músicas, Nursery Rhymes para os íntimos, são perfeitas pra isso!

Por isso, criamos uma lista de algumas canções infantis para grudar na sua cabeça!

Head, Shoulders, Knees and Toes (partes do corpo)

https://www.youtube.com/watch?v=ZanHgPprl-0

The ABC song (alfabeto)

https://www.youtube.com/watch?v=75p-N9YKqNo

Magic E Song (pronúncia)

https://www.youtube.com/watch?v=bZhl6YcrxZQ

More than one (plurais irregulares)

https://www.youtube.com/watch?v=j6yjcZkj5UY

Quer ir além? Leia agora esse post que explica COMO aprender inglês com música!

E lembre-se, se precisar de ajuda especializada de um professor para te levar mais rápido até o seu objetivo, entra em contato com a gente!

É bem verdade que as pessoas adoram dizer que “música é um grande aliado no aprendizado de línguas”, não é mesmo. Ainda mais se tratando do inglês!
Mas também é verdade que essas mesmas pessoas nunca te falam como.

Afinal de contas como eu posso aprender músicas em inglês?

Apesar de eu mesma ter aprendido muito do que eu sei em termos de vocabulário e pronúncia com músicas, para mim parecia algo tão natural que eu não via a dificuldade dos outros. Porém, ao começar a dar aula e conhecer um pouco das queixas dos alunos, percebi que não é tão natural assim para todo mundo e que umas dicas seriam de grande ajuda.

Então, cá estou trazendo 4 dicas imperdíveis de como aprender inglês por meio de músicas!

1) Acompanhe a música a letra

Parece a dica mais simples e de fato é! Mas qual o benefício?

Ao associar o que estamos ouvindo ao que estamos lendo, conseguimos pegar detalhes da pronúncia bem como conseguimos dar sentido àquilo que estamos ouvindo. Isso desde os níveis mais básicos do inglês.

Vamos a um teste:

https://www.youtube.com/watch?v=LYduJw5LyFM&ab_channel=Madonna

A letra do começo da música:

“Do I have to change my name?
Will it get me far?
Should I lose some weight?
Am I going to be a star?”

Você pode extrair daqui:

E esses são somente os 4 primeiros versos da música. Quanta coisa boa você não pode arrancar de uma música de 3 minutos de duração?

2) Monte um Glossário

Quando estamos aprendendo uma nova língua, é importante que anotemos as palavras novas que aprendemos e usemos em contextos que fazem sentido pra gente. Isso para promover a fixação da palavra na nossa memória, bem como o seu uso.

Com músicas, isso não é diferente!

Mantenha um bloco de notas no seu celular e vá anotando as palavras novas que encontra. Colocar numa frase ou mesmo tentar transcrever o trecho da música vai ser ainda mais útil!

Quer um exemplo?

https://www.youtube.com/watch?v=Gd9OhYroLN0&ab_channel=LinkinPark

Vá até o minuto 0:54

“There’s something inside me 
that crawls beneath the surface

Em um único verso, você poderia aprender 3 palavras novas:

CrawlRastejar
Beneath – Abaixo
Surface – Superfície

E, considerando que elas estão próximas, pode até sacar o sentido completo: “Há algo dentro de mim que se arrasta sob a superfície”. Legal, né?

3) Volte no tempo

Nossa, mas que dica é essa?!

Gente, vai me falar que vocês entendem 100% do que é dito pelos adolescentes de hoje. Se vocês disserem que sim, parabéns!
Mas se não entender (assim como eu), então pegue leve com as músicas mais novas, porque elas estão repletas de expressões e gírias  que podem causar muita confusão.
Observe:

“Nah walk up to the club like, what up, I got a big c*ck!
I’m just pumped, just bought some sh*t from the thrift shop
Ice on the fringe, it’s so damn frosty
The people like, Damn! That’s a cold ass honkey.
Rollin’ in, hella deep, headin’ to the mezzanine
Dressed in all pink, ‘cept my gator shoes, those are green
Draped in a leopard mink, girls standin’ next to me
Probably shoulda washed this, smells like R. Kelly’s sheets”

Essa é somente uma estrofe da música “Thrift Shop” do rapper Macklemore e o resto segue nesse naipe!

Sendo assim, prefira músicas mais antigas para contar com uma versão mais “limpa” do inglês e ser mais fácil para compreender e apreender informação! Uma boa dica, é:

https://www.youtube.com/watch?v=YkgkThdzX-8&ab_channel=johnlennon

4) Conte com ajuda extra

Você acha mesmo que em um mundo em que Apps dominam, nós os deixaríamos de fora? JAMAIS!
Existe o nosso queridinho Lyrics Training que conta com um modo de jogo de múltipla escolha e você tem que completar com a palavra faltante:

Além desse formato, existe o outro modo de jogo em que você digita o que está ouvindo e já pode ter uma prática legal de ortografia! É um desafio legal, envolvente e você estaria em contato com algo que gosta: suas músicas favoritas!

O catálogo é enorme e variado e você pode praticar em diferentes níveis de dificuldade.

Faça o download por aqui: IOS ou Android

Bom, galera. Ter como aprender inglês com música, tem, agora basta você dar uma chance e tentar! E se precisar daquela ajudinha extra de um professor, entra em contato com a gente!